terça-feira, 24 de abril de 2018

Atenção Ministério Público, em Amapá do Maranhão tem centenas de funcionários fantasmas na gestão da prefeita Tate do Ademar. Os documentos comprovam pagamentos para a esposa de um secretario de sua gestão, o Titular do Blog vem investigando suposta irregularidade de desvios de verbas publicas no município de Amapá do Maranhão.

 Prefeita “vem comprando Carros luxuosos” Hilux e outros carros, ai esta a comprovação que o dinheiro publico esta sendo desviado e os suspeitos nem disfarçam a farra com o dinheiro público.

A câmara municipal de Amapá do maranhão esta pedindo o afastamento da prefeita Tate do Ademar por suposta irregularidades na folha de pagamento do Município.

O Titular do Blog vem fazendo a levantamento que se estima que a farra com os fantasmas esta custando aos cofres públicos quase R$ 120 mil. Até agora as 90 pessoas ainda continuam recebendo e pode responder pelo crime de peculato, que é o desvio de dinheiro público.

O Titular do Blog entrou e contato mais não obteve êxito ate o fechamento desta matéria.
veja os documentos abaixo que compravam os funcionários fantasma ate um funcionário da loja de eletrodoméstico recebe sem ir trabalhar.











sexta-feira, 13 de abril de 2018
O médico Mariano de Castro e Silva apontado como operador de um esquema na Saúde do Maranhão foi encontrado morto na noite de quinta-feira (12), no apartamento em que cumpria prisão domiciliar no bairro de Ininga, em Teresina-PI. O corpo foi levado para perícia em Teresina.

Segundo o delegado Francisco Costa, coordenador do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa de Teresina, o médico foi encontrado pela irmã, por volta de 19h. “Para tirar as suspeitas, mandamos realizar todos os procedimentos de perícia. O Instituto de Criminalística foi ao local, realizaram uma perícia de local do crime e as informações preliminares são de que se trata de um suicídio”, disse.

Ainda de acordo com Francisco Costa, foi encontrado no local uma carta que teria sido escrita pelo médico.

Segundo a Polícia Federal, o médico era um dos principais operadores do esquema que desviou R$ 18 milhões e 345 mil de recursos públicos federais enviados entre 2015 e 2017 ao governo do Maranhão para cuidar da saúde da população.

O médico Mariano de Castro Silva ocupou os cargos de chefe do Serviço de Atendimento de Urgência (SAMU), na Prefeitura de Coroatá e de assessor da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

terça-feira, 10 de abril de 2018
A Juíza Carolina Moura Lebbos negou na tarde desta terça-feira (10) o pedido do senador Roberto Requião (MDB) para que ele e outros políticos visitassem o ex-presidente Lula na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba. 

ACOMPANHE as últimas informações sobre a prisão de Lula "Com efeito, não há fundamento para a flexibilização do regime geral de visitas próprio à carceragem da Polícia Federal. Desse modo, deverá ser observado o regramento geral. 

Portanto, incabível a visitação das pessoas indicadas na petição de evento 4. Indefiro o requerimento", afirmou a juíza da 12ª Vara Federal de Curitiba. Requião havia solicitado que ele e outros 15 políticos, entre governadores e senadores, visitassem o ex-presidente às 14h desta terça-feira ou em outro horário possível durante a tarde. 

Veja os políticos que tiveram o pedido negado: 

Governador do Acre - Tião Viana 
Governador de Alagoas - Renan Filho 
Governador do Amapá - Waldez Góes 
Governador da Bahia - Rui Costa 
Governador do Ceará - Camilo Santana 
Governador do Maranhão - Flávio Dino 
Governador da Paraíba - Ricardo Coutinho 
Governador de Pernambuco - Paulo Câmara 
Governador do Piauí -Wellington Dias 
Governador do Rio Grande do Norte - Robinson Faria 
Governador de Sergipe - Belivaldo Chagas 
Senador Lindbergh Farias 
Senadora Gleisi Hoffmann 
Márcio Costa Macedo - vice-presidente do PT 
Angelo Vanhoni - ex-deputado federal 

 Alguns dos governadores da lista já estavam na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, acompanhados por assessores, na expectativa de que a Justiça liberaria a visita.

Após a polêmica envolvendo o vereador Édson Gaguinho (PHS) e membros da BPRV, o Comandante da corporação, o tenente-coronel Carlos Augusto Magalhães foi comunicado que não permanecerá no cargo. Na próxima sexta-feira (6), o Comandante da PMMA, Luongo, irá oficializar o novo chefe do policiamento rodoviário estadual.

De acordo com o apurado, não houve nenhum problema técnico, mas sim político com o Comandante Magalhães. Na manhã desta quarta-feira (4), diversos vereadores de São Luís se posicionaram contrários a abordagem feita ao vereador Edson Gaguinho na última terça-feira (3) e repudiaram a postura da BPRV.

O presidente Astro de Ogum chegou a afirmar que resolveria pessoalmente o assunto e “tomaria as medidas cabíveis”. No comando do tenente-coronel Magalhães, o BPRV sofreu muitas críticas, inclusive envolvendo abuso de autoridade e ações truculentas por parte dos agentes da corporação. Os próprios policiais chegaram a repudir algumas operações da BPRV.

Os vereadores mostraram que têm força e venceram essa quebra de braço com a BPRV.


Na tarde desta quarta-feira (04), o deputado estadual progressista Wellington do Curso oficializou denúncia quanto à possível malversação do dinheiro público na Saúde Pública do Maranhão. Wellington encaminhou a denúncia à Polícia Federa, tendo como objeto o possível caso de corrupção na saúde do Maranhão. Trata-se de contratos firmados com a Secretaria de Saúde do Governo do Maranhão, através do Instituto Acqua, sendo um deles para gerir a Santa Casa de Cururupu; outros relacionando-se ao Hospital Regional da Baixada Maranhense Dr.º Jackson Lago.

Ao encaminhar a denúncia, o deputado Wellington deixou claro estar apenas desempenhando a função de deputado estadual, não podendo se calar ou ser omisso diante de indícios de corrupção.

“Quando eu fui eleito, a população confiou em mim para dar voz e exercer, com independência, as funções de um deputado estadual, entre elas, fiscalizar. É o que tenho feito! Recebi a denúncia, fiz o pronunciamento na Assembleia e encaminhei à Polícia Federal para que se possa investigar o caso. Até que as investigações sejam instauradas e concluídas, estaremos sim acompanhando o caso. Afinal, de acordo com as denúncias que recebemos, é o médico quem assina as requisições de pagamento da sua empresa SMC e, do outro lado do balcão, como Diretor do Hospital de Pinheiro, é quem atesta o pagamento dos serviços de R$356 mil. O diretor do hospital é proprietário da empresa que paga seu próprio salário. Esperamos agora que se investigue o caso e, então, se tenha um esclarecimento sobre a situação”, disse o deputado Wellington.
segunda-feira, 2 de abril de 2018
Na tarde desta segunda-feira (02), o deputado estadual progressista Wellington do Curso utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão para denunciar mais um provável caso de corrupção na saúde do Maranhão. Trata-se de contratos firmados com a Secretaria de Saúde do Governo do Maranhão, através do Instituto Acqua, sendo um deles para gerir a Santa Casa de Cururupu; outros relacionando-se ao Hospital Regional da Baixada Maranhense Dr.º Jackson Lago.

De acordo com as informações que foram encaminhadas ao deputado Wellington, o principal sujeito é o médico Edilson Júnior, que além de possuir vários empregos em hospitais e clínicas, é também o proprietário da empresa S.M.C. – Serviços Médicos de Cururupu, sendo o responsável por contratar-se e pagar a si próprio.

“De acordo com as denúncias que recebemos, é o médico quem assina as requisições de pagamento da sua empresa SMC e, do outro lado do balcão, como Diretor do Hospital de Pinheiro, é quem atesta o pagamento dos serviços de R$356 mil. O diretor do hospital é proprietário de empresa que paga seu próprio salário. Expomos aqui essa denúncia, estaremos encaminhando ao Ministério Público e aguardamos um posicionamento do Governo do Estado do Maranhão, que também responde pelos atos em questão”, disse Wellington. Veja abaixo os documentos que comprovam a denúncia do deputado;








Uma decisão do Juiz que impedia a eleições por problema na prestação de contas da ex-presidente da colônia de pescadores Andreia Coutinho, e a prestação de conta não foi aprovada pelo antigo gestor que deixou a Andreia Coutinho  inelegível.

Para resguardar as investigações, o órgão pediu o distanciamento do ex-presidente de suas atividades não inferior a 60 dias e com possibilidade de ser renovado. 

“A Prefeitura de Raposa informara” por esses dias a real situação da prestação de conta da Andreia Coutinho, que ate o momento encontra-se inelegível, para exerce o cargo de Presidente da aquela entidade por não prestar conta ao município referente ao ano de 2005 no período do festejo do pescador em Raposa.

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