Em pronunciamento na tribuna da Câmara Federal, o deputado Hildo Rocha (PMDB/MA), declarou que o abandono do Parque Estadual do Mirador representa uma forte ameaça ao Rio Itapecuru. De acordo com o parlamentar, o abandono do Parque Estadual do Mirador, local que abriga a nascente do Itapecuru, provocará danos ambientais terríveis e a situação já é de extrema gravidade tende a se agravar.

“É mais um crime cometido pelo governo do Maranhão. Os fiscais estão impedidos de fazer a fiscalização porque os carros utilizados na tarefa foram retirados. Essa ação do governador Flávio Dino vai ajudar a matar O Rio Itapecuru e trazer danos ambientais terríveis”, alertou Rocha.

Importância – O deputado destacou ainda que além de banhar 53 cidades do Maranhão, o Rio Itapecuru que é o principal fornecedor de água da capital do estado. “Quase 70% da água consumida pela população de São Luis é captada no Rio Itapecuru. Sem a ação dos fiscais o combate às queimadas ficará sem controle. É mais uma ação desastrosa e irresponsável do governador Flávio Dino”, enfatizou Rocha.

Fonte: Maranhão de Verdade:
O deputado estadual Eduardo Braide (PMN) votou por volta das 10h no Colégio Santa Tereza, no Centro de São Luís (MA). O candidato votou acompanhado de sua esposa, filhos e apoiadores políticos.
Sobre as eleições deste ano na capital, o candidato do PMN acredita no poder do voto do voto no segundo turno. "Acredito que tudo está nas mãos de Deus e do povo da nossa cidade. Acredito no sentimento de mudança para ter uma cidade melhor e tudo isso sobre as bênçãos de Deus", disse Braide.
Eduardo Braide é presidente do Diretório Estadual do PMN e já presidiu a Caema. O candidato é advogado e já está em seu segundo mandato de deputado estadual.
Por determinação do governador, Flávio Dino vários comités de apoio ao deputado Eduardo Braide(PMN) estão sendo fechados pela Policia Militar do Estado do Maranhão, acompanhado de uma equipe do candidato Edivaldo Holanda Junior (PDT). Na manhã deste domingo, foi fechado um dos núcleos de apoio ao candidato do PMN, que fica localizado na Vila Dom Luís, sobre a alegação de compra de votos, fato que não foi constatado, onde nada  não  encontraram nada .

A polícia e o grupo de Edivaldo, encontraram apenas matérias que não estavam mais sendo utilizados. Uma mulher que não quis se nitrificar, foi a autora da falsa denúncia
O advogado holandista ainda tentou intimidar a equipe deste blog, dizendo que pertencia a OAB, por isso não poderia responder nada.

A equipe apurou que as ordens para o fechamento dos comités estariam partindo do Palácio dos Leões, como uma forma de evitar a mobilização do grupo de apoio ao candidato Eduardo Braide
Segundo o líder comunitário Sebastião Santos. O ato do governador Fávio Dino so demostrado a revolta do povo, e o coronelismo praticado por ele, que invadiu até mesmo as igrejas evangélicas. "Estamos sendo vitimas  de perseguição meu povo, por esta  e esta ditadura e querem nos tirar o direito de escolher, mas não vamos nos calar, essa  é a vontade do povo"
A tática do governador é impedir que os eleitores votem em Eduardo Braide 

“Cadê o dinheiro da UNE?”, gritaram populares durante a presença do deputado federal Weverton Rocha (PDT) em uma seção eleitoral. A população acusou o parlamentar de estar distribuindo material de campanha do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT). O pedetista tentou responder, mas acabou saindo de fininho, após ser hostilizado pela população.

Soldados da Polícia Militar do Maranhão tiveram que escoltar Weverton Rocha, caso contrário, ele poderia ter sido alvo de violência, tamanha revolta do povo em relação a sua postura.

Para quem não lembra, Weverton Rocha é um dos campeões em investigações por desvio de recursos públicos no Maranhão. Ele é um dos principais aliados do prefeito Edivaldo Holanda Júnior.

Em Imperatriz, a tentativa de vitória com Rosangela Curado, fracassou…
Os candidatos à Prefeitura de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT) e Eduardo Braide (PMN), participaram na noite desta sexta-feira (28) de um debate na TV Mirante. Durante o programa, os candidatos fizeram perguntas entre si de temas determinados e livres, como Saúde, Saneamento Básico, Creche, Mobilidade Urbana, Feiras e Mercados, Emprego, Lixo e Meio Ambiente.
No primeiro bloco, os candidatos responderam perguntas de temas livres. Eduardo Braide iniciou a série de perguntas e questionou Edivaldo Holanda sobre recursos da Saúde. Na sequência, Edivaldo Holanda perguntou sobre investigações da Polícia Federal a Eduardo Braide. A terceira pergunta foi de Braide para Holanda Júnior e abordou o assunto das creches. Fechando o primeiro bloco, Edivaldo perguntou sobre a política de resíduos sólidos para Eduardo.

No segundo bloco, os candidatos responderam perguntas de temas determinados por sorteio feito pelo mediador Tonico Ferreira. A primeira questão levantada foi sobre geração de emprego. O segundo tema sorteado foi sobre as feiras mercados. Desta vez, Eduardo Braide perguntou para Edivaldo Holanda Júnior. Na terceira rodada, a pergunta foi sobre meio ambiente e Edivaldo questionou Eduardo. O assunto educação fechou o segundo bloco do debate e, seguindo as regras do programa, foi à vez de Braide indagar Holanda Júnior.

No terceiro bloco, os temas livres voltaram. Eduardo Braide iniciou a série com o assunto ‘licitação do transporte coletivo’ para que Edivaldo Holanda Júnior respondesse. Na sequência, Edivaldo perguntou sobre ‘assistência social’ para Eduardo responder. A terceira pergunta foi de Braide para Holanda Júnior e foi sobre parceria com hospitais. Concluindo a série de perguntas, Edivaldo Holanda Júnior perguntou sobre ‘servidor público’ para Eduardo Braide responder.
O debate terminou com as considerações finais dos candidatos. Cada um teve 2 minutos e 30 segundos.

Por fim, Eduardo Braide concluiu sua participação no debate. “Minha amiga e meu amigo; nessas eleições nós temos de um lado um prefeito, candidato à reeleição com uma campanha milionária, que manda no seu bairro só os cabos eleitorais. De outro um candidato, que mesmo quando ninguém acreditava que tinha chances de ir para o segundo turno, andava a pé, entregando para você o programa de governo para mostrar como São Luís vai ser uma cidade muito melhor. Mas você já deve ter percebido como essa eleição está sendo uma verdadeira luta do Davi contra Golias. Aqui eu quero fazer um pedido especial para você: assim como Davi derrotou Golias com um único golpe, eu quero pedir que você, que está me assistindo, seja o Davi dessas eleições. No domingo, quando você estiver de frente para a urna, digite o 33 e confirme. Assim você vai saber com que nossa cidade mude para muito melhor, é isso que peço a você.

O candidato, que acaba de falar, já teve a oportunidade dele. Ele teve quatro anos para mostrar o que pode fazer por São Luís. Tudo que fez deixou para fazer na véspera da eleição. Eu não quero ser um prefeito de quatro meses, quero ser um prefeito de quatro anos. Se você me der essa oportunidade, com sua família e seus amigos, eu serei eternamente grato e devolverei essa gratidão com muito trabalho e muita responsabilidade. Quem está falando aqui não é o Eduardo político, é o Eduardo pai de família, o Eduardo que vê a babá dos filhos sofrer com o alto valor da passagem, que agora vai aumentar ainda mais. É o Eduardo que vê as pessoas que não tem direito a tratar o câncer, porque a Prefeitura não ajuda o Hospital Aldenora Belo.

É o Eduardo que vê a Apae de São Luís suspender o teste do pezinho porque a Prefeitura não faz nenhum tipo de parceria. São essas parcerias que constam em meu plano de governo. Por isso eu peço a cada um de vocês. Em primeiro lugar Deus, que Deus nos abençoe e Deus abençoe cada um de vocês. Que Deus possa abençoar todas as famílias de São Luís e iluminar cada um de vocês. E dizer, se você me der essa oportunidade, o primeiro ano de governo será muito mais importante que a véspera de eleição. A partir do ano que vem, 1º de janeiro de 2017, se você me der uma oportunidade, São Luís será uma cidade muito melhor. Dessa vez é 33, uma boa noite e que Deus nos abençoe".

A Justiça Eleitoral suspendeu nesta sexta-feira (28) a inserção veiculada no horário eleitoral  a declaração de apoio do governador Flávio Dino (PCdoB) no candidato Edivaldo Holanda Júnior (PDT).

O pedido foi formulado pelo Partido Mobilização Nacional (PMN), do candidato Eduardo Braide, que apontou irregularidade no uso do espaço destinado à campanha de Edivaldo.

Na alegação, o PMN sustentou que a propaganda eleitoral gratuita permite destinar apenas 25% do tempo da inserção para uso de apoiadores.

Na gravação em que Flávio Dino é protagonista, houve uso de 28 segundos de um total de 30. Ele poderia utilizar apenas 7,5 segundos.

O juiz Adnaldo Ataíde Cavalcante acatou a decisão e determinou a suspensão da propaganda veiculada no rádio e na TV.
Política Real – O deputado estadual Eduardo Braide (PMN), considerado a “zebra” das eleições municipais nas capitais do Nordeste, pode neste domingo, 30 de outubro, dar fazer com que o pequeno partido PMN – que nem representação tem no Congresso Nacional – conquiste a primeira prefeitura de um capital do País.

Candidato à prefeitura de São Luís, Braide apareceu em primeiro lugar na intenção de votos do eleitor, segundo mostrou a primeira pesquisa do Ibope. Segundo o levantamento, divulgado há duas semanas, Braide obteve 51% dos votos. O adversário na corrida eleitoral, o atual prefeito Edivaldo Holanda (PDT), tem 43% da preferência do eleitorado. Na segunda pesquisa Ibope, divulgada ontem,27, Baide já estava com 48% e Holanda já aparece com 51%, empate técnico continua.

Sem laços com a oligarquia Talvez um pequeno e importante detalhe tem despertado a atenção da população ludovicense (como é chamado quem nascem em São Luís)  pelo candidato da pequena legenda que é o PMN. Braide não se uniu às velhas raposas políticas do Maranhão.

Enquanto isto, Holandinha, como é conhecido, conta com o apoio do PCdoB de Flávio Dino, do PP do atual vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão, e do PMDB de Roseana (ex-governadora) e José Sarney (ex-presidente da República).

Surpresa Braide é deputado estadual e surpreendeu os analistas políticos ao enfrentar Holandinha de forma dura e consistente no debate na TV no primeiro turno. No segundo turno, o atual prefeito optou por faltar a todos os debates a que foi convidado.

A atual gestão de Edivaldo Holanda enfrenta ainda críticas, principalmente na área da saúde, ao ponto de o Conselho Regional de Medicina (CRM) ter emitido nota apontado a precariedade do sistema municipal de saúde. O Conselho disse que falta até material básico de higiene.
“Jogo limpo”
Por outro lado, Edivaldo conta com o apoio do Palácio dos Leões. Flávio Dino gravou mensagem para a propaganda eleitoral do aliado do PDT. E determinou que a máquina pública estadual servisse ao prefeito no que fosse possível.

“Estão asfaltando ruas até de madrugada. O asfalto é tão ruim que foi apelidado de pavimentação ‘Sonrisal”, acusam os aliados de Eduardo Braide, se referindo ao antiácido que se dissolve tão logo entra em contato com água. Braide tem se reclamado, ainda, que o adversário “tem jogado sujo nesse segundo turno”, com agressões a ele e família. E avisa na TV: “Eu vou continuar jogando limpa, fazendo uma campanha limpa”.

Último debate

A poucos dias da votação, que acontece no domingo, a campanha de Eduardo Braide tem dúvidas se o adversário participará do último debate na TV (Grupo Mirante de Comunicação – afiliada da TV Globo).

A torcida do staff de Braide é que o prefeito vá ao embate. E neste rigue que o candidato do PMN coleciona vitórias. O evento está marcado para a noite desta sexta-feira,28.

Assessoramento de peso Eduardo Braide tem como marqueteiro o publicitário Chico Santa Rita. É um dos mais experientes especialistas nesta área. Realizou mais de 150 trabalhos para políticos importantes de prefeitos a presidentes no cenário político brasileiro como Mário Covas, Orestes Quércia, Ulysses Guimarães, Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso, entre tantos outros.

Coordenou assessorias de comunicação dos Governos dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul e das prefeituras de Campo Grande-MS, Uberlândia-MG, Macaé-RJ, Rio das Ostras-RJ, Paulínia-SP entre outras.

(Por Gil Maranhão – Agência de Notícias Política Real, com informações da assessoria. Edição: Genésio Jr.)
O Blog Joceilton Gomes obteve com exclusividade informações do processo do que envolve 36 pessoas e diante dos fatos de improbidade administrativa justiça agora pode desmontar a rede de desmoralização de reputações no Maranhão.

Valor da Ação  R$ 25.67.313,81

Numero do Processo  0002599-20.2016.8.10.0058



O juiz da 1º Vara Cível de São José de Ribamar, Jamil Aguiar da Silva, aceitou denúncia contra o as trinta e seis pessoas. Os envolvidos são acusados de atos de improbidade administrativa sob o processo de nº 27782016. De acordo com a investigação do Ministério Público (MP), as pessoas envolvidas recebiam salário da prefeitura de São José de Ribamar sem trabalhar efetivamente.
A ação de improbidade apresentada pelo Ministério Público pode desmontar uma rede de desmoralização de reputações no Maranhão, MP virou uma bomba atômica e a qualquer momento pode ser desencadeada uma operação visando apurar a fundo um verdadeiro esquema de corrupção envolvendo editores de páginas eletrônicas.

Nos bastidores, a operação estaria sendo tratada como combate à ‘pistolagem eletrônica’. Não há exagero nisso. Nos dias atuais, muita coisa é chamada de “bombástica”, mas na verdade é bem meia-boca. Mas esse não é o caso do teor das revelações feitas pelo “delator da blogosfera”.

Como medida cautelar, o Ministério Público do Maranhão também solicitou à Justiça o bloqueio de bens dos réus, a suspensão imediata da remuneração e a condenação dos réus de acordo com o artigo 12 da Lei nº 8.429/92 (Lei da Improbidade Administrativa), cujas sanções podem resultar em perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, pagamento de multa civil de até duas vezes o valor do dano e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos.

Ou seja, se condenado, o blogueiro não poderá mais ‘prestar serviços’ às prefeituras do interior, Câmara de São Luís, Assembléia Legislativa e órgãos do judiciário.

Os candidatos Edivaldo Holanda Júnior (PDT) e Eduardo Braide (PMN) serão os protagonistas do debate que será realizado hoje, 28, pela TV Mirante.

O programa será exibido ao vivo pela emissora a partir das 22h25 e será conduzido pelo jornalista Tônico Ferreira, da Rede Globo.

O debate deve ser decisivo para o pleito de domingo, a exemplo do que ocorreu no primeiro turno.

Edivaldo e Eduardo têm provocado grande expectativa ao eleitor em relação ao debate.

Na semana passada, a propaganda de Edivaldo tratou do tema. Ele “marcou” encontro com Braide no programa e disse que estava pronto para encara-lo “cara a cara” na TV Mirante.

Braide reagiu e disse que não precisava ser convocado pelo seu adversário: “Estive em todos os compromissos. Espero que desta vez você não falte”, respondeu.

As declarações de ambos os candidatos deram ao evento a marca de decisivo.
Uma grave denúncia que comprova atos de improbidade e desvio de recursos pelo prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), foi feita na manhã desta quinta-feira (27), pelo deputado estadual Wellington do Curso (PP). Trata-se de uma séria constatação quanto às irregularidades previstas na contratação dos serviços para o exercício do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem), a exemplo da dispensa ilegal de licitação, além da contratação de uma empresa fantasma.

“As prefeituras que desenvolvem o Projovem recebem do FNDE recursos financeiros destinados às ações centrais do programa. Em São Luís, também receberam esses recursos. No entanto, a gestão cometeu erros gravíssimos, como a dispensa ilegal de licitação e, pior ainda, a contratação de uma ‘empresa fantasma’.  É de se estranhar que o Prefeito tenha ido buscar em Cajazeiras uma empresa para oferecer serviços em São Luís, dispensando qualquer ato licitatório. Um verdadeiro ataque à moralidade. Essas afirmações não são minhas. São documentos oficiais que comprovam que, mesmo com inúmeras empresas, a Prefeitura não efetivou a licitação, indo na contramão do que a legislação e uma Administração séria impõem”, afirmou Wellington.

O deputado estadual ainda questionou o destino dos mais de 7 milhões de reais, já que recebeu mais de 50 denúncias de professores e alunos que estão há mais de 10 meses sem receber o pagamento e bolsa, respectivamente.

Diante do exposto, Wellington deixou algumas perguntas que precisam ser respondidas: “Hoje, deixo o meu questionamento quanto à aplicação dos recursos. Os recursos foram recebidos, mas onde estão sendo aplicados? Mais de 50 professores e alunos me procuraram denunciando que não recebem o pagamento há mais de 10 meses. A empresa é fantasma, eu mesmo fui à Cajazeiras e constatei isso; professores e alunos não estão recebendo. Sendo assim, eu pergunto: onde está sendo aplicado o recurso? Por que esta entidade? Por que justo em Paraíba, a 1.200 km de São Luís? Por que não uma entidade do nosso estado? Por que a entidade possui dois nomes de registro? O secretário e o prefeito estão cientes de que a entidade é fantasma? Se não, deixo aqui a informação e aviso, desde já, que oficializarei a denúncia ante o Ministério Público. Não podemos admitir que nossos alunos e professores continuem sendo desrespeitados”.

Wellington exigiu respostas do prefeito Edivaldo Holanda Júnior e ainda informou que, já que é um Programa Federal, a denúncia será protocolada no Ministério Público Federal e na Polícia Federal com intuito de que investigações sejam abertas.

A prefeita eleita de Amapá do Maranhão, Tate do Ademar – PSDB, participou na noite desta quarta-feira (26), de um jantar na residência do vice Governador do Maranhão, Carlos Brandão – PSDB. Ele estava acompanhada de seu esposo, o Ademar e do prefeito de Imperatriz Sebastião Madeira, também do PSDB.

Tate disse que participar de um jantar na casa do vice-governador do MA é uma honra, pois o mesmo é uma grande liderança de nosso Estado. “A princípio era somente um jantar, mas falamos de vários projetos que poderia ser implantado/executado em Amapá do Maranhão e, claro fortalecemos nossa aliança com ele e com governador Flávio Dino para trabalhamos diretamente em parceria com ambos a partir de janeiro de 2017.”, destacou a prefeita eleita.
O professor e blogueiro, Luciano Fernandes, que atuava no site “Piripiri 40 graus”, foi assassinado na porta de sua residência, na Rua Quirino de Sousa Meneses, no bairro Recreio, às 06h40, na manhã desta terça-feira (25), quando saia para o trabalho.

Segundo testemunhas, Luciano foi assassinado com 6 tiros de revólver por dois homens que estavam em uma motocicleta, após os disparos, eles fugiram.

A polícia de Piripiri informou que o crime ocorreu quando Luciano estava saindo para o o trabalho, em seu carro de placa NHN-0924, por volta de 06h40. Uma equipe do Samu (Serviço Móvel de Urgência) tentou reanimar Luciano, mas ele já estava morto.

Luciano assinava o blog “Olhos de Águia” e trazia grandes furos para a cidade de Piripiri. Em seu perfil pessoal, na rede social Facebook, Luciano publicava a frase “Meu repúdio de hoje vai para...” para pessoas e fatos que não concordava e concluía seu comentário com a frase do jornalista Donizetti Adalto “Morro e não vejo tudo”.
A partir de ação proposta pelo Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA), a Justiça Federal determinou a suspensão de novos desmatamentos pela Suzano Papel e Celulose S.A, em razão de impactos ambientais provocados pelo cultivo de eucalipto na região do Baixo Parnaíba, no Maranhão.

Segundo o MPF, a região do Baixo Parnaíba tem sofrido com desmatamento de grandes áreas, diminuição dos recursos hídricos e sua contaminação pelo uso de defensivos agrícolas, além dos transtornos gerados às comunidades tradicionais.

De acordo com o desembargador federal Souza Prudente, o dano ambiental já se materializou, mas a decisão evita o agravamento, além de assegurar a remoção e inibir outras práticas agressoras.

Assim, a Justiça determinou que a Suzano interrompa o processo de desmatamento do cerrado maranhense e de implantação de novas florestas de eucalipto, com ressalva à manutenção dos plantios já existentes. O Ibama deverá fiscalizar a execução das medidas impostas à Suzano e o Estado do Maranhão deverá suspender a licença de operação caso a Suzano não cumpra as determinações. Além disso, será aplicada uma multa diária no valor de R$ 50 mil em caso de descumprimento da decisão.

Fonte: Neto Ferreira
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, marcou para a quinta-feira, 3 de novembro, o julgamento de uma ação que pode ameaçar o cargo do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Os dois entraram em rota de colisão após as declarações de Renan contra uma operação de busca e apreensão na sede da Polícia Legislativa no Congresso Nacional na sexta-feira, 21.

O presidente do Senado chamou de “juizeco” o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília, que autorizou, na sexta-feira passada, a prisão de quatro policiais legislativos. Na terça-feira, 25, Cármen rebateu as críticas de Renan e disse que “onde um juiz for destratado, eu também sou”.

No dia 3 de novembro, o plenário do STF analisará uma arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) apresentada pelo partido Rede Sustentabilidade, que argumenta que o Presidente da República não pode, no exercício das suas funções, responder a ações penais por crimes comuns.

A ação foi ajuizada pelo partido em maio deste ano, quando o então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), estava na linha sucessória da Presidência da República e já era réu em ação penal perante o STF.

Naquele mês, o STF decidiu por unanimidade suspender o mandato e afastar Cunha da presidência da Câmara. À época, o ministro Teori Zavascki afirmou que Cunha “não se qualifica” para assumir eventualmente a Presidência da República, por ser réu de ação penal.

Renan é alvo de ao menos 11 inquéritos que tramitam no STF. No dia 4 de outubro, o ministro do STF Edson Fachin liberou para julgamento uma denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente do Senado.

Na denúncia oferecida ao STF, a PGR considerou que Renan recebeu propina pela construtora Mendes Júnior para apresentar emendas que beneficiariam a empreiteira. Em troca, o peemedebista teria as despesas pessoais da jornalista Monica Veloso, com quem mantinha relacionamento extraconjugal, pagas pela empresa. A data da análise da denúncia pelo plenário do STF também será definida pela ministra Cármen Lúcia, que é responsável por definir a pauta de julgamento de cada sessão.

Caso o plenário do STF aceite a denúncia da PGR, Renan Calheiros se tornará réu e responderá a uma ação penal por peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso.

Atribuição

Na ação proposta pelo Rede Sustentabilidade, o STF definirá se é viável que parlamentar que responde a processo criminal perante a Corte ocupe cargo que, por especial designação constitucional, lhe confere a atribuição de ser substituto eventual do Presidente da República – o que é o caso de Renan Calheiros, que assumiria o Palácio do Planalto, que está na linha sucessória de Michel Temer depois do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Para a Rede Sustentabilidade, o exercício da Presidência é incompatível com a condição de réu.

“A permanência do Presidente da Câmara dos Deputados em situação incompatível com a ordem constitucional caracteriza inequívoca violação aos referidos preceitos fundamentais. E ainda existe o risco real e concreto de que o mesmo fenômeno venha a ocorrer com o Presidente do Senado Federal, caso o STF admita denúncia já formulada ou que venha a ser formulada nos inquéritos em tramitação contra S. Exa., e não haja o seu imediato afastamento da função ocupada”, diz a peça da Rede Sustentabilidade.

Para o partido, se alguém não se encontra apto a exercer tais funções em plenitude, “é essa pessoa que deve deixar o cargo, e não o cargo e a Casa Legislativa que devem perder uma das suas atribuições constitucionais mais relevantes”.

A Rede Sustentabilidade argumenta que o afastamento do presidente da Câmara ou do Senado dos seus cargos, por força do recebimento de denúncia criminal, “não equivale à imposição de uma sanção, mas tão somente ao reconhecimento de impedimento temporário para o exercício de cargo particularmente elevado e diferenciado”.
Nesta quarta-feira, 26, a atriz Alexia Dechamps participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados que avalia a proibição da prática de vaquejada. Em meio a uma discussão, ela trocou palavras exaltadas com deputados na sessão.

Um deles a acusa de ter ofendido os nordestinos dizendo: ''Calem a boca que nós já pagamos o Bolsa Família de vocês''. Em comunicado, a atriz negou ter dado tal declação. 

''Repudio a atitude do deputado Pedro Vilela, do PSDB alagoano, de atribuir a mim palavras desrespeitosas contra o povo nordestino durante audiência pública sobre a regulamentação da vaquejada. Mais do que isso, abomino sua postura oportunista de aproveitar-se de um falso embate com uma pessoa pública, atriz profissional, para conseguir mídia fácil e destacar-se diante de seu eleitorado.'' Pelo Facebook, o deputado reiterou que a declaração tenha sido dada pela atriz. 

''Um ato de discriminação e preconceito, seja ele de qualquer tipo, não deve jamais ser tolerado e sim sempre ser denunciado'', escreveu. O momento de discussão foi registrado em vídeo.

No entanto, essa frase não é audível. Assista:


Sobre os ataques que vem sofrendo por parte da blogosfera e, até mesmo, por companheiros de parlamento, o deputado estadual Wellington do Curso não tem dado muito importância e segue firme no propósito de eleger Eduardo Braide, neste segundo turno.

Desde que declarou apoio ao candidato 33, na segunda-feira (24), Wellington não tem perdido uma caminhada ao lado de Braide.

Questionado pelo editor deste blog sobre as publicações que tentam passar uma ideia de quem ele não confia em Braide, Wellington respondeu:

 Caro Udes Filho, a minha resposta é estar ao lado de Eduardo Braide, caminhando e conquistado mais votos para ele […] Eu confio, acredito, caminho junto, voto e peço votos para o Braide”.
Fonte: Udes Filho 
O deputado federal Hildo Rocha (PMDB) desmascarou ontem uma farsa que vinha sendo mantida pela alta cúpula do PMDB maranhense para esconder o apoio do partido ao prefeito Edivaldo Júnior (PDT), já declarado, inclusive, publicamente.

A direção do PMDB municipal, ligada ao senador João Alberto de Sousa, declarou apoio oficial a Holandinha ainda no início do primeiro turno. O candidato do PDT chegou a posar para fotos ao lado dos peemedebistas, mas depois negou que tivesse o apoio do partido. A análise foi feita pelo jornalista e blogueiro Marco Aurélio D’Eça, que comunga da mesma opinião do editor deste blog.

Em seguida, agentes do PMDB e ligados à família do ex-presidente José Sarney fizeram reclamações públicas de que Braide estaria renegando o apoio do grupo, após tentar obtê-lo no primeiro turno.
As declarações foram usadas pelos aliados de Holandinha para atacar Braide, com apoio dos próprios sarneysistas.

Em contundente discurso na tribuna da Câmara Federal, não desmentido por nenhum outro peemedebista ou pedetista maranhense, Hildo revelou a existência de um acordo das duas legendas, “por debaixo dos panos”, para favorecer a candidatura de Edivaldo Júnior.

– Jamais o candidato a vereador mais votado do PMDB, Alex Paiva, iria declarar apoio a Edvaldo Holanda sem o consentimento do senador João Alberto que é, e sempre foi o seu patrocinador. Essa é a realidade. Nós temos que ser verdadeiros. Não é assim que se procede. 

Nós temos que ter sinceridade. Infelizmente usaram a desfaçatez com a finalidade de prejudicar o candidato Eduardo Braide, e eu não posso concordar e nem me calar perante um fato terrível como esse – desabafou Hildo.


Alvo de intolerância de alguns blogueiros e simpatizantes da candidatura de Edivaldo Holanda Júnior (PDT) nas redes sociais, desde que manifestou seu apoio ao candidato Eduardo Braide (PMN), o deputado federal José Reinaldo Tavares (PSB) diz em nota distribuída na tarde desta terça-feira que alguma coisa está errada na campanha do prefeito.

"Vimos um grau de intolerância que não é próprio em democracias", disse que ele foi atacado por ter sido preso na Operação Navalha, espetáculo que sempre foi visto como uma retaliação por tido a coragem de romper com o Grupo Sarney quando se encontrava no cargo de governador (2002-2006). Graças a esse rompimento, Zé Reinaldo conseguiu eleger Flávio Dino (PCdoB) deputado e Jackson Lago governador, em 2006.

Eis a nota do deputado:

"Declarei meu voto em Eduardo Braide e fui atacado com violência por um blogueiro. Como isso é inusitado e sem motivo me alertaram que teria vindo da campanha de seu oponente. Não quero julgar ninguém mas dá para desconfiar. Se for, é uma atitude que mostra que alguma coisa está muito errada na campanha do prefeito. Vimos um grau de intolerância que não é próprio em democracias. Já no autoritarismo, é usual ser atacado por emitir opiniões. Bem, custo muito a acreditar nisso e torço por dias de mais tolerância e respeito"
Sem sofrer sustos no primeiro tempo e deslanchando de vez na etapa final, o Vila Nova derrotou o Sampaio Corrêa por 3 a 0 e afundou de vez o rival em jogo adiado pela 28ª rodada, nesta terça, no Castelão. Após abrir o placar em um pênalti polêmico, convertido por Marcelo Cordeiro, brilhou a estrela de Mateus Anderson, que entrou no decorrer da partida e fez dois. Menção também para Wagner Bueno, que pegou uma penalidade.

Com o resultado, o Tigre chega aos 46 pontos e está na 10ª posição. No sábado, o time vai a Juiz de Fora enfrentar o Tupi, às 17h. Já os maranhenses respiram por aparelhos na Série B. Com apenas 27 pontos, o time, que volta a perder após quatro jogos, permanece na lanterna da competição. A próxima partida também ocorre no sábado, às 17h, no Mangueirão, contra o Paysandu.  

Na primeira etapa, o Vila é quem dava a impressão de que jogava em casa. Tanto que logo aos dois minutos o time quase abriu o placar. Após balão de Wagner Bueno, Joãozinho tirou Eder Sciola com um drible e de corpo, avançou e acertou a trave. O camisa 9 ainda tentou aos 15, mas o chute cruzado foi nas mãos de Rodrigo Ramos. 
> Veja como foi o lance a lance da partida

O domínio se traduziu em gol aos 36. Joãozinho desceu em velocidade e foi derrubado fora da área, mas o juiz marcou pênalti, convertido por Marcelo Cordeiro. Os maranhenses apostavam na velocidade de Pimentinha, mas na maioria das vezes, ele aparecia em impedimento. A única chance real dos mandantes foi protagoniza pela zaga colorada. Após escanteio e confusão na área, Simião tentou tirar e acertou o travessão. 

No período final, o jogo corria sonolento até o juiz Flavio Rodrigues expulsara Rayllan, aos 31, sem nenhum motivo aparente. A partir daí, o duelo pegou fogo. O juiz marcou pênalti para o Sampaio em cima de Thiago Santos. Gustavo Marmentini foi para cobrança, mas Wagner Bueno espalmou. 

Em um ritmo frenético, cada time teve outra oportunidade logo em seguida, mas foi nos cinco minutos finais que brilhou a estrela do garoto Mateus Anderson. Ele, que entrou no intervalo, marcou duas vezes em seis minutos para definir o placar.  

O vereador Bispo Paulo Luiz (PRB), da Igreja Universal do Reino de Deus, declarou, nesta terça-feira (25), apoio ao candidato a prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PMN), faltando cinco dias para a eleição. 

 “Fico muito feliz com o apoio do Bispo Paulo Luiz. Seu trabalho pela cidade contribuirá de forma positiva ao projeto que temos para São Luís. Nossa prioridade, como já disse, é cuidar da nossa gente”,


disse Eduardo Braide ao lado de Hilton Gonçalo, prefeito eleito de Santa Rita.
Um homem, cuja identidade ainda não foi revelada, foi baleado na manhã desta terça-feira (25), em frente a Faculdade Estácio de Sá, no Canto da Fabril, em São Luís.

Segundo informações preliminares, duas pessoas chegaram ao local em uma motocicleta e dispararam contra a vítima.

O homem chegou a ser socorrido e encaminhado para Hospital Djalma Marques (Socorrão I), mas não aguentou os ferimentos e faleceu.

Caso atraiu uma grande quantidade de curiosos.

O presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, o desembargador Cleones Carvalho Cunha, emitiu nota acerca da declaração feita pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes à Folha de São Paulo.

O comunicado afirmou que as informações sobre o valor dos salários dos magistrados não são verdadeiras.

Gilmar Mendes afirmou que Flávio Dino teria revelado que desembargadores do Maranhão ganham mais do que R$ 55 mil, bem acima do teto nacional, que é de R$ 33 mil. (Reveja)

Após a repercussão nacional sobre o caso, o desembargador Cleone Cunha saiu em defesa da categoria. Leia abaixo:


A Presidência do Tribunal de Justiça do Maranhão informa que não é verdadeira a informação de que os desembargadores não recebem menos que R$ 55 mil de salário.

As remunerações de todos os desembargadores, juízes e servidores do Poder Judiciário maranhense estão disponíveis para consulta no Portal da Transparência do TJMA e comprovam que os recebimentos de todos dos desembargadores não alcançam o valor informado.

Subsídio, auxílios e vantagens eventuais sendo pagos em conformidade com a lei, estando tanto o rendimento bruto, quanto líquido, bem abaixo do que foi informado ao jornal A Folha de São Paulo.

Desembargador Cleones Carvalho Cunha
Presidente do TJMA
Após o resultado negativo para a atual gestão nas eleições municipais do dia 2 de outubro, iniciou uma sequência de atrasos e demissões (contratados) em pastas da administração, como educação, saúde e assistência social.

Carros que eram alugados pela prefeitura para o transporte escolar, para locomover profissionais da saúde dos PSF, que estavam com meses em atraso foram dispensados. Médicos e enfermeiros de alguns postos, estão indo apenas 2 vezes por semana, alunos do ensino fundamental de algumas localidades, ficaram sem transporte.

E o pior, servidores públicos, como OSDs (Operacional de serviços diversos), indispensáveis para o bom funcionamento de uma escola, que antes recebiam seus proventos até o quinto dia útil do mês, estão até o fechamento desta matéria, sem receber seus proventos, o que gera vários constrangimentos para tais servidores, que tem suas contas para pagarem, como faturas de cartão de credito e outras.

É sabido por todos, que o país enfrenta uma crise econômica, mas salário de funcionário é alimento, quando um gestor público comete um erro descabido deste, está mexendo na mesa do servidor, o que deve ser automaticamente repudiado. Agora vejamos, porque antes das eleições havia dinheiro para pagar o funcionalismo e após as eleições não tem? Onde está o dinheiro?

Obs: Qualquer manifestação sobre os atrasos e pagamentos por parte da atual gestão do município, é garantido o espaço neste veículo informativo.

fonte:Neto Pimentel
Funcionários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) entraram em greve, por tempo indeterminado, em São Luís. Eles cobram melhor estrutura para trabalhar. Segundo os socorristas, a sede do Samu está em condições insalubres, que oferecem risco de contaminação no processo de lavagem das ambulâncias. Ainda segundo os funcionários, faltam equipamentos e ambulâncias.
A Associação dos Funcionários informou que atualmente há apenas 10 veículos para atender a uma população com mais de 1 milhão de habitantes. Outras 10 estariam quebradas ou sem condições de funcionamento.
Eduardo Cunha abala as estruturas do poder e tira o sono de políticos de todas as colorações partidárias não só pelo potencial explosivo de suas possíveis revelações. O poderoso ex-presidente da Câmara, preso em Curitiba, possui um amplo acervo, com áudios, vídeos e documentos de negociatas que envolvem integrantes das cúpulas de PT e PMDB. E está disposto a entregá-lo à Justiça
Familiarizado com os segredos mais recônditos de políticos dos mais diversos matizes, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) estremece o poder. Desde que foi preso na última quarta-feira 19, ele tornou-se o novo homem-bomba da República, capaz de acelerar os batimentos cardíacos de pelo menos sete em cada 10 parlamentares do Congresso. Não por acaso, sua prisão foi comparada a uma espécie de “toque de recolher” no Legislativo. Minutos depois de sua detenção, não havia viva alma na Câmara e Senado para contar história. Pudera. Uma delação daquele que pode ser considerado o presidente da Câmara mais poderoso desde a redemocratização tem potencial explosivo só comparável ao atribuído ao depoimento de Marcelo Odebrecht, dono da maior empreiteira do País – que mantém negociações avançadas para homologar a colaboração premiada com a força-tarefa da Lava Jato. As revelações de Cunha podem atingir não apenas o PMDB, seu partido, do qual por muitos anos foi uma espécie de caixa responsável por arrecadar recursos com empresas e repassá-los a candidatos do partido País a fora. Mas incriminar também aliados de um amplo leque de legendas. Sobretudo políticos com os quais conviveu intimamente, do atual e de governos anteriores. Ou seja, ele sabe demais e é por saber demais que ele impõe medo e dissemina o pânico em Brasília.


O peemedebista é uma espécie de caixa-preta do submundo da capital federal. Conforme apurou ISTOÉ, suas contribuições devem ir além de simples relatos. Cunha guarda consigo um extenso acervo, com áudios, vídeos e documentos, de negociatas que envolvem integrantes da cúpula de PT e PMDB e cerca de 200 deputados de sua base de apoio. O material – considerado nitroglicerina pura por quem já o manuseou – contém detalhes da distribuição de recursos do Petrolão e poderá, entre outros fatos, elucidar casos de corrupção no Porto de Santos, que atinge o coração do PMDB, e no projeto do Porto Maravilha. Parte robusta desse dossiê foi armazenada graças a tecnologias instaladas nos escritórios do ex-presidente da Câmara. Segundo ISTOÉ apurou, Cunha contava com um arsenal antiespionagem. Além de câmeras e escutas ambientais para gravar reuniões, ele dispunha de um dispositivo que, quando acionado, emitia ondas eletromagnéticas capazes de cortar sinais de celulares no ambiente e impediam que o interlocutor gravasse as conversas.

Embora sempre tenha negado publicamente a possibilidade de fechar um acordo com a Justiça, há tempos Cunha discute o assunto com seus advogados. Recentemente, adicionou o defensor Marlus Arns, responsável por uma série de acordos na Operação Lava Jato, ao seu grupo de defensores. Metódico, Cunha, nos últimos meses, passou a fazer um inventário de tudo o que ouviu e acumulou.

Por tudo o que pode vir a revelar, o novo homem-bomba da República produz um cenário considerado inimaginável para as circunstâncias políticas recentes. É capaz de unir por conveniência próceres de PT e PMDB – solidários na dor profunda que Cunha poderá impingir a ambas as siglas. Caso se mantenha firme no propósito de implodir o status quo político para livrar mulher e filhos da cadeia, o peemedebista poderá narrar com detalhes o quanto Lula e Dilma Rousseff sabiam e se beneficiaram dos desvios da Petrobras e quais negociatas patrocinaram, direta e indiretamente. Pelo menos, um petardo no atual governo é certo. Cunha já acusou o secretário do Programa de Parcerias de Investimento do atual governo, Moreira Franco, de estar por trás de irregularidades na operação para financiar as obras do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. Neste caso, o próprio ex-presidente da Câmara é acusado de receber R$ 52 milhões em propina. Se Cunha tiver disposto a fornecer novos detalhes das tramóias feitas durante as liberações de crédito pela Caixa, os investigadores acreditam que podem chegar a mais um ministro: Geddel Vieira Lima (PMDB-BA).

Nas últimas semanas, ao mesmo tempo em que pedia ajuda, Cunha fazia questão de avisar ao governo e a antigos aliados que já estava preparado para as conseqüências da prisão. Durante um dos discursos de defesa do seu mandato na Câmara, ameaçou. “Hoje sou eu. É o efeito Orloff. Vocês, amanhã”, afirmou. Um recado digno de causar arrepio a deputados que ajudou a eleger. Um dos inquéritos abertos contra Cunha e que envolve aliados seus dá a medida do alcance de sua teia. Os atuais deputados André Moura (PSC-SE), líder do governo na Câmara, Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), Altineu Côrtes (PMDB-RJ) e Manoel Junior (PMDB-PB) se tornaram investigados sob suspeita de, comandados por Cunha, terem atuado na Câmara para achacar a empresa Schahin, por conta de uma disputa comercial que ela mantinha com o corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro, amigo do ex-presidente da Câmara que atualmente se encontra preso por determinação do Supremo Tribunal Federal. Um dos fundamentos de sua prisão é que ele agia “subrepticiamente” por meio de terceiros para cometer crimes, dentre eles parlamentares aliados.

A relação que Cunha mantinha com Funaro abre outro flanco contra Geddel. Mensagens apreendidas pela Polícia Federal mostraram Funaro afirmando que Geddel tem “boca de jacaré para receber” e que tentava prejudicar negócios dos quais não participava, na época em que o ministro era vice-presidente da Caixa Econômica Federal. O material está nas mãos da Procuradoria-Geral da República. Cunha mantinha influência na Caixa por meio de seu apadrinhado Fábio Cleto, que também ocupava uma vice-presidência do banco público e revelou, em delação premiada, achacar empresas a pedido de Cunha em troca de propina.

O mundo empresarial também reúne motivos de sobra para se preocupar com uma eventual delação. O ex-deputado agia como verdadeiro lobista de grandes empresas na Câmara. Um dos grupos beneficiados pelo ex-parlamentar foi o das operadoras de planos de saúde. Elas seriam diretamente beneficiadas por uma articulação que perdoaria R$ 2 bilhões em multas do setor. Por meio de uma emenda “jabuti” à Medida Provisória 627, que tratava da tributação de empresas no exterior, o então líder do PMDB tentou agradar planos de saúde que financiaram sua campanha e a de aliados. Com sua influência, Cunha conseguiu costurar a aprovação do perdão às dívidas na Câmara e no Senado. O texto só não vigorou porque recebeu o veto da presidente Dilma Rousseff.

Outra beneficiada por uma emenda de Cunha foi o Grupo Libra. Detentor de uma dívida milionária com o governo federal, o conglomerado de logística obteve autorização para administrar uma área do Porto de Santos (SP). A brecha na lei criada por uma decisão do ex-presidente permitia a empresas em dívida com a União renovarem contratos de concessão de terminais portuários, beneficiando a empresa que doou para o PMDB em 2014.

Durante a tramitação do Marco Civil da Internet na Câmara, Cunha foi um dos principais opositores a pontos da matéria que contrariavam interesses do setor de telecomunicações. Uma das empresas da área, a Telemont, fez doação de R$ 900 mil ao peemedebista. O Ministério Público Federal revelou também a existência de pagamentos feitos por empresas da família Constantino, dona da Gol Linhas Aéreas e de companhias de ônibus, para a C3 Atividades de Internet, empresa de Cunha e sua mulher. Houve ainda repasses de uma agência de publicidade para a C3 e para a GDAV, empresa em nome dos filhos de Cunha. A agência informou aos procuradores que realizou as transferências a pedido da Gol. O total das transferências ultrapassa R$ 3 milhões. “Não há indício de que as empresas Jesus.com (da C3) e GDAV tenham prestado algum serviço efetivo de publicidade compatível com os valores depositados. Ao analisar possíveis favorecimentos de Eduardo Cunha para empresas de ônibus, consta que em 30/3/2015, o ex-deputado federal, na qualidade de presidente da Câmara dos Deputados, criou uma comissão especial para analisar a isenção de CIDE para as empresas de transporte coletivo urbano municipal e transporte coletivo urbano “alternativo”, escreveram os procuradores da força-tarefa no pedido de prisão.

Enquanto os funcionários da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (AGED) padecem com a deterioração do órgão, péssimas qualidades de serviço e sobrecarga de trabalho, em virtude do quadro remido de funcionários, a pasta tem extrapolado com gastos irrelevantes; o que revolta, ainda mais, os funcionários, que estão em greve desde o dia 3 de outubro.
Dentre as muitas reivindicações da categoria, está a realização do concurso público anunciado pelo governador Flávio Dino, mas nunca efetivado. Os funcionários reforçam que a criação de 173 vagas foi autorizada e incluída no projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2016. No entanto, não passou do papel.
De acordo com o documento abaixo, a despesa do concurso foi estimada em R$ 6.738.748,00 (seis milhões, setecentos e trinta e oito mil, setecentos e quarenta e oito reais). O valor da despesa poderia ser desculpa para a não realização do certame, no entanto não é. Isso porque a AGED  assinalou um possível contrato com o Instituto de Agronegócios do Maranhão (INAGRO) pelo valor exorbitante de R$ 7.199.840,00 (sete milhões, cento e noventa e nove mil e oitocentos e quarenta mil reais). Detalhe, com dispensa de licitação.
Portanto, o valor do contrato com a INAGRO é superior aos gastos do certame. O disparate foi assinado pelo presidente da AGED, Sebastião Cardoso Anchieta Filho. O termo, que ratifica a dispensa de licitação, é datado de 6 de setembro deste ano. O documento foi publicado no dia 14 de setembro no Diário Oficial do Maranhão. O contrato terá vigência de 12 meses a contar da data da assinatura do mesmo.
Como se percebe, o Governo do Estado não está nem um pouco preocupado em aumentar o quadro de funcionários da AGED; o que vai comprometer, ainda mais, a prestação de serviço do órgão. O Blog Neto Ferreira já havia publicado a situação precária dos prédios da AGED no interior do estado (Reveja).
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Não há sentimento mais forte e mais belo que o amor. O amor verdadeiro consegue vencer todas as barreiras, todas as dificuldades. Ele permanece forte e inabalado diante das intempéries da vida. 

Eu acredito que nosso amor é assim, forte demais para que tenha fim.

O amor nos alimenta, ao contrário da paixão que nos consome por dentro e apesar de forte não dura muito.

É verdade que já tivemos momentos frágeis e discussões, mas sempre conseguimos superar todos esses percalços que se apresentaram no nosso caminho. No fim das contas nosso sentimento é mais forte, mais sólido e com raízes mais profundas.

Um amor como o nosso, baseado na confiança, no respeito mútuo e na amizade, tem tudo para frutificar e durar para sempre.

O objetivo desta mensagem é dizer que você sempre pode contar comigo, porque no seu amor achei meu lugar.

Ao seu lado todo dia é especial, e hoje não seria diferente... Porque hoje é um dia mágico. Porque hoje é o seu dia!

Feliz aniversário e obrigado por ser meu par!
Te amo!

Assinatura: de sua Esposa que lhe tanto Amar Dalva Marques
A Moovit é uma empresa de origem israelense que iniciou suas operações regionalmente em 2012, expandindo internacionalmente a partir do ano seguinte. 



O aplicativo Moovit tem como objetivo oferecer aos usuários de transporte público as melhores soluções para viagens mais rápidas e mais fáceis. Ao combinar dados das operadoras do sistema de transporte e de órgãos gestores com informações em tempo real dos usuários, o aplicativo indica as melhores rotas e compila todos os elementos que o passageiro precisa para planejar seu trajeto a um clique do celular, é possível definir locais favoritos (casa, escola, trabalho etc), deixando o aplicativo ainda mais funcional.


Em parceria formada entre SMTT (Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte de São Luís), o Grupo de Busólogos SportbuS Maranhão e alguns outros usuários, conseguimos mapear e alimentar com os horários todas as linhas urbanas do SIT São Luís, a próxima fase será a integração do Sistema de GPS ao Moovit, para que os usuários tenham dados em tempo real dos veículos, lembrando que por enquanto os horários são apenas previstos.

A Região Metropolitana não ficará de fora, já estamos em contato com a MOB (Agência Estadual de Transporte e Mobilidade Urbana) para que possamos atualizar traçados e alimentar o sistema com os horários atuais das linhas semi-urbanas da Grande Ilha.

O aplicativo está disponível para os três sistemas operacionais de smartphones mais utilizados, para baixar click no sistema desejado para ser direcionado à loja de aplicativos do seu celular:

Moovit - Ônibus Municipais da Integração

MOB - Ônibus Interestaduais 

Um dia depois da prisão de Eduardo Cunha, a força-tarefa da Lava Jato divulgou acusações que atingem Cláudia Cruz, esposa do deputado, assim como seus filhos Danielle e Felipe; de acordo com os procuradores, os três cometeram crimes como lavagem de dinheiro e se beneficiaram da corrupção do pai; atento a esses movimentos, Cunha contratou hoje mesmo o advogado Marlus Arns, que fechou alguns acordos de delação premiada em Curitiba; sem prazo para deixar a prisão, sua delação é inevitável e deve derrubar boa parte do PMDB, uma centena de deputados e talvez até o antigo parceiro e hoje presidente Michel Temer

É remotíssima a possibilidade de que Eduardo Cunha, preso ontem pelo juiz Sergio Moro, não feche um acordo de colaboração premiada.

O motivo: um dia depois da prisão, os procuradores Força Tarefa da Operação Lava Jato, divulgaram evidências de que três filhos do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) participaram de uma "série de fatos criminosos graves" como o recebimento de propinas e lavagem de dinheiro.

Seus três filhos são Danielle Dytz, Camila Dytz e Felipe Cruz. Todos participam direta ou indiretamente de empresas do pai, inclusive de uma que teria recebido propinas da Gol Linhas Aéreas.

Além disso, a esposa de Cunha, Cláudia Cruz, também está sendo acusada pelos procuradores de lavagem de dinheiro.

Não por acaso, hoje mesmo, Cunha contratou o advogado Marlus Arns, que já fechou vários acordos de colaboração premiada (leia aqui).

Uma delação de Cunha pode atingir mais de 100 deputados que eram financiados por ele, praticamente toda a cúpula do PMDB e o próprio presidente Michel Temer, de quem Cunha foi um dos mais próximos parceiros nos últimos anos.

Ele já afirmou, no entanto, que pretende começar por Moreira Franco, que cuida do programa de atração de investimentos de Temer, e por Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, que colocou sua cassação na pauta da casa.
A força-tarefa da Operação Lava Jato identificou um empréstimo de R$ 250 mil da Igreja Evangélica Cristo para a mulher do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso por envolvimento no esquema de corrupção instalado na Petrobras. No pedido de prisão do peemedebista, a Procuradoria da República, no Paraná, destaca um ‘empréstimo simulado com estratagema para lavagem de dinheiro’.

A Igreja Evangélica Cristo pertence ao radialista Oliveira Francisco da Silva, ex-deputado federal e aliado de Cunha.

“A partir da DIRF (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte) de Cláudia Cruz, identificou-se a declaração de um empréstimo supostamente contraído junto a Francisco Oliveira da Silva, presidente da Igreja Evangélica Cristo de R$ 250 mil no ano de 2008. Contudo, realizada a quebra de sigilo bancário de Cláudia Cruz e de Francisco Oliveira da Silva, não foram identificados relacionamentos financeiros entre as partes”, observam os procuradores.

“Ao que tudo indica, Francisco Oliveira da Silva jamais emprestou dinheiro a Cláudia Cruz, sendo lógico que a simulação do contrato de mútuo serviu apenas como uma fraude para dar lastro para o ingresso de recursos espúrios provenientes dos crimes praticados por Eduardo Cunha no patrimônio da investigada”, aponta a Lava Jato.

Em depoimento à Lava Jato, em abril deste ano, Cláudia Cruz declarou que conhece Francisco Oliveira da Silva, presidente da Igreja Evangélica Cristo em Casa e que ‘nunca teve situação de necessidade financeira’. A mulher de Cunha foi questionada sobre o empréstimo e disse, na ocasião, nada saber ‘sobre este fato’.

Eduardo Cunha foi preso na quarta-feira, 19, por ordem do juiz federal Sérgio Moro e a pedido da força-tarefa da Lava Jato. O magistrado mandou capturar preventivamente o ex-deputado, que responde a uma ação penal na 13ª Vara Federal de Curitiba, de titularidade de Sérgio Moro, sob o argumento de ‘risco à ordem pública e à instrução penal’.

Cláudia Cruz é ré na Lava Jato. A mulher do peemedebista é acusada de lavagem de dinheiro. Segundo denúncia do Ministério Público, Cláudia teria evadido cerca de US$ 1 milhão por meio de contas secretas no exterior abastecidas por seu marido com dinheiro da corrupção na Petrobras.
A prisão de Eduardo Cunha, nesta quarta-feira 19, determinada pelo juiz Sérgio Moro, é uma forma de enfraquecer a tese do PT de que sofre perseguição na Operação Lava Jato e de que haveria a possibilidade até de o ex-presidente Lula ser preso antes do deputado cassado.

Nesse sentido, o líder do DEM na Câmara, deputado Pauderney Avelino (AM), diz que "a prisão de Cunha abre caminho para a prisão de Lula". Em outras palavras, uma forma de dizer que agora não há mais discrepâncias ou razões para que o ex-presidente fique solto.

O jornalista Palmério Doria divulgou nas redes sociais sua tese nessa linha: "Absolutamente contra a vontade de Moro, a prisão de Cunha é apenas um álibi para o encarceramento de Lula".

Cunha é réu no Supremo Tribunal Federal sob acusações de ter recebido R$ 5 milhões em propina no esquema da Petrobras, ter sustentado constas secretas na Suíça e atrapalhado investigações.

De acordo com o Ministério Público Federal, Cunha representava risco à instrução do processo e à ordem pública se estivesse em liberdade. Os procuradores argumentaram ainda que "há possibilidade concreta de fuga em virtude da disponibilidade de recursos ocultos no exterior" e da dupla nacionalidade, uma vez que Cunha tem passaporte italiano.
Ouça o áudio de um dos participantes que informa com clareza o que aconteceu de verdade, e estão tentando de qualquer forma denigrir a imagem do Candidato a Prefeito de São Luis Eduardo Braide do (PMN) mais não conseguiram,  Edivaldo Holanda Jr, foi para TV desafiar o Candidato, sempre Edivaldo jogando baixo pra tentar ganhar de qualquer forma a prefeitura.

ouça o áudio da verdadeira historia que aconteceu na Uema


Talita Laci Á candidata de Raposa-MA  recebeu mandato de Citação a devolver ao município de raposa pelos desvios de verbas de município de Raposa-MA.

Sabe o que a prefeita Eleita de raposa fez durante os 2 meses e meio que passou na administração do município e a juíza de raposa deu a sentença de ressarcimento de danos ao município aos desvios de verbas do município.

Aqui esta o processo em tramitação contra a prefeita e Eleita vai ter problemas no seu Registro a Diplomação sera dia 19 de Dezembro de 2016 no forum de Paço do Lumiar pode não receber o Diploma de Prefeita das eleições de 2016




O autos do processo de Talita encontrase no numero da folha 101 a 112 A decisão da Justiça ainda cabe recurso. Todos os acusados disseram que vão recorrer da decisão. Eles podem entrar com esse recurso e permanecer em liberdade durante o processo
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a analisar os recursos apresentados por candidatos às eleições municipais deste ano que tiveram o registro de candidatura negado por um juiz eleitoral. Segundo informações do tribunal, a Resolução Nº 23.455/2015 do TSE (Artigo 44) permitiu que o candidato que teve seu registro negado, mas apresentou recurso no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), continue a fazer a campanha até que a ação fosse julgada na instância superior.

Segundo o TSE, a legislação e o Código Eleitoral trazem a possibilidade da apresentação do recurso e estabelecem também o rito do julgamento desses casos. Agora, o TSE vai analisar cada um dos recursos que foram à Corte pelos tribunais regionais Eleitorais.

Novas eleições

Caso o candidato a prefeito que está recorrendo ao TSE tenha obtido o maior número de votos na eleição e o seu recurso não seja aceito pelos ministros, ou seja, o registro seja negado, novas eleições serão feitas no município. A regra passou a valer depois da reforma eleitoral de 2015 que trouxe a modificação para o Código Eleitoral.

De acordo com a Corte, nas localidades que têm uma população com menos de 200 mil habitantes, se a soma dos votos dos outros candidatos concorrentes for menor que 50% ninguém é considerado eleito e ocorre uma nova eleição.

Nos municípios que têm uma população superior a 200 mil habitantes existe a possibilidade de segundo turno. Se na segunda rodada de votação algum dos candidatos estiver com recurso aguardando julgamento, até que saia decisão do TSE ele poderá concorrer.
O INSS está revisando a lista de brasileiros que recebem auxílio-doença e já cancelou 80% dos benefícios.


Jean está afastado do emprego de vendedor há um ano e meio por causa de uma operação na coluna. Para continuar recebendo o auxílio-doença, ele foi para uma nova perícia. E acha que deve ser assim mesmo, tudo feito direitinho.

“Tem muitas pessoas recebendo isso aí sem ter nada, nenhuma doença. E tem pessoas que têm uma doença e não conseguem receber”, diz o vendedor Jean Marques da Fonseca.

É por isso mesmo que o governo está fazendo um pente-fino nos benefícios. Mal começou o trabalho - há um mês - e em 10.894 perícias já foram encontradas irregularidades em 8.442 auxílios-doença. Ou seja, oito em cada dez benefícios reavaliados estão sendo cancelados.

Isso deve representar uma economia R$ 139 milhões para os cofres públicos.
Numa sala o INSS está recebendo os dados de todo o país. Para essa primeira checagem estão sendo chamados os beneficiários com até 45 anos de idade. Eles recebem uma carta e têm até cinco dias para marcar a perícia.

Até agora, quase 80 mil pessoas foram convocadas. E a meta é revisar 530 mil benefícios por incapacidade.

O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, ao qual o INSS agora está subordinado, diz que o grande número de irregularidades não surpreende, porque os benefícios que foram avaliados são de pessoas que estão há mais de dois anos sem fazer perícia.

“O INSS deveria ter revisado esses benefícios de seis em seis meses. Não o fez. É importante que as pessoas tenham em mente que, na medida em que omitem a sua condição de saúde, elas estão prejudicando os outros contribuintes. Nenhum benefício será cancelado intempestivamente, ou sem a que as pessoas tenham direito a se apresentar a uma perícia. 

E todas elas, todas serão chamadas por carta com aviso de recebimento”, explica o secretário-executivo Alberto Beltrame.
A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta terça-feira (18) a operação "For All" para investigar fraudes no Imposto de Renda supostamente cometidas pela empresa A3 Entretenimento, que administra a banda Aviões do Forró, entre outras. Os cantores Xand e Solange Almeida, vocalistas da Aviões, depõem na sede da Polícia Federal nesta manhã.

Eles foram levados para prestar esclarecimentos, segundo informou a PF em coletiva. A ação é feita em conjunto com a Receita Federal. A estimativa preliminar já identificou uma omissão de valores estimada em mais de R$ 300 milhões, segundo a Receita.

O G1 tentou contato com a A3, empresa investigada na operação, e foi informado que ninguém comentaria o assunto. Em nota, a Banda Aviões do Forró informou "que está à disposição da Polícia Federal e da Justiça e que colaborará com todos os questionamentos em relação à operação".

São cumpridos 76 mandados judiciais, sendo 32 de condução coercitiva (quando a pessoa é levada a depor e depois é liberada) e 44 de busca e apreensão em Fortaleza, Russas (CE) e Sousa (PB). Há apenas um mandado sendo cumprido na Paraíba; os demais são no Ceará. Não houve prisões. Os mandados estão sendo cumpridos por cerca de 260 policiais federais e 35 auditores. 

Entre as pessoas levadas à sede da Polícia Federal em Fortaleza para prestar depoimento estão os empresários Isaías Duarte e Carlos Aristides, do grupo A3 Entretenimento.

Segundo a PF, o nome da operação faz referência à expressão da língua inglesa "For All", que significa "para todos" em português. Há notícias de que no início do século XX, engenheiros britânicos instalados em Pernambuco para construir uma ferrovia promoviam bailes abertos ao público, "para todos". O termo passou a ser pronunciado "forró". "O nome da operação veio dessa origem popular da palavra forró, principal ramo de atividade do grupo investigado", diz a polícia.

A Justiça Federal também decretou o bloqueio de imóveis e a apreensão de veículos pertencentes a pessoas ligadas ao grupo.

Há indícios de que os integrantes da organização forneciam dados falsos ou omitiam dados nas suas declarações de Imposto de Renda pessoa física e jurídica, para eximir-se da cobrança de tributos.

O grupo ainda adquiria bens, como veículos e imóveis, sem declarar ao Fisco. Foram encontradas divergências sobre valores pagos a título de distribuição de lucros e dividendos, movimentações bancárias incompatíveis com os rendimentos declarados, pagamentos elevados em espécie, além das diversas variações patrimoniais a descoberto.

No decorrer da investigação, foram identificados indícios de lavagem de capitais, falsidade ideológica e associação criminosa.

"As medidas judiciais cumpridas hoje pela Polícia Federal têm por finalidade buscar a responsabilização das pessoas físicas e jurídicas ligadas ao grupo empresarial e possibilitar que Receita Federal se municie de elementos suficientes permitindo uma real avaliação dos possíveis tributos sonegados", informou a PF.

A Receita Federal divulgou que as investigações iniciaram em 2012 e foram aprofundadas a partir de 2014, com parceria da Polícia Federal e do Ministério Público.

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Joceilton Gomes, Radialista DRT 002235 , Locutor,Apresentador e Animador, Programador, Designer Gráfico

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