Aeronave caiu e resultou na morte de 71 pessoas; seis sobreviveram. Fato de aeronave ter batido em baixa velocidade explica a existência de sobreviventes. Pane seca é uma das hipóteses para acidente

O avião da Chapecoense estava sem nenhum combustível em seus tanques ao cair, afirmou nesta quarta-feira (30) Freddy Bonilla, secretário de Segurança Aérea da Colômbia. Ele apresentou resultados preliminares da apuração do acidente com o jato Avro RJ-85 da empresa aérea boliviana LaMia. No acidente, na madrugada de terça-feira (29), morreram 71 pessoas.

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A constatação foi feita logo na primeira inspeção do acidente, que ocorreu em uma montanha de Medellín. Uma das linhas de investigação para a queda, segundo Bonilla, é ter havido pane seca, quando a falta de combustível faz parar os sistemas elétricos da aeronave.

Uma gravação divulgada pela imprensa colombiana nesta quarta mostra conversa entre um dos pilotos do voo em que ele pede prioridade à controladora de tráfego aéreo justamente em razão da falta de combustível. Bonilla afirmou que a equipe de investigação já tem todas as transcrições das conversas entre o voo da LaMia e o controle de tráfego aéreo.

O avião havia saído de Santa Cruz de la Sierra (Bolívia) e ia para o aeroporto José María Córdova, em Medellín. O avião havia sido fretado pela Chapecoense.
A tripulação do LaMia pediu prioridade para pouso às 0h48 (horário de Brasília). Mais tarde, declarou emergência.

Segundo Bonilla, o avião bateu em baixa velocidade contra a montanha, 250 km/h, o que permitiu ter havido sobreviventes --eles estavam em posições diferentes da cabine de passageiros, disse. Ele acrescentou que não recebeu, até o momento, denúncias de irregularidades contra a LaMía.

O secretário afirmou ainda que o plano de voo elaborado pela empresa aérea previa um voo direto entre Santa Cruz de la Sierra e Medellín, o que será objeto de investigação pelo governo colombiano. Isso porque a autonomia da aeronave, cerca de 3.000 km, era quase a mesma da distância entre as duas cidades. A legislação boliviana prevê que um avião tenha que ter combustível suficiente para chegar ao destino, a um aeroporto de alternativo e mais 45 minutos de voo.

No último final de semana, o candidato a deputado federal Weverton Rocha (PDT) voltou a ser notícia. Tudo porque o portal Transparência Brasil divulgou uma lista com todos os candidatos a presidente, governador, senador, deputado federal e estadual das eleições de 2014 que respondem a algum processo judicial.
Entre os candidatos maranhenses, Weverton é o campeão de ações. São quatro ações penais movidas pelo Ministério Público e cinco ações de improbidade administrativa. Em dois deles Weverton é acusado de causar dano ao erário; em cinco é apontado por praticar improbidade administrativa e, numa delas, responde pelos crimes de formação de quadrilha, falsidade ideológica e peculato.

Embora a Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/2010) esteja em vigor desde as eleições de 2012, Weverton Rocha não teve o registro de sua candidatura negado pela justiça eleitoral por ainda não ter sido condenado em nenhum dos processos aos quais responde.

A lei torna inelegível o candidato que tiver o mandato cassado, renunciar para evitar a cassação ou for condenado a qualquer crime por decisão de órgão colegiado.

Caso seja eleito, Weverton Rocha gozará da prerrogativa da imunidade parlamentar, que assegura que o candidato só pode ser preso em flagrante por crimes inafiançáveis.

Em um cenário hipotético onde Weverton consiga uma cadeira na Câmara dos Deputados e seja condenado a um dos processos que responde, para cumprir com a sentença, ele precisará, antes, ter seu mandato cassado.

líder do PDT na Câmara dos Deputados, Weverton Rocha (MA), autor da emenda que desfigurou as chamadas dez medidas de combate à corrupção, é investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) em ao menos dois inquéritos por crimes contra a administração pública. A emenda apresentada pelo pedetista incorporou ao texto a previsão de crime de responsabilidade de juízes e promotores, em clara resposta à operação Lava-jato e às medidas que endurecem o o combate à corrupção.

De acordo com a Transparência Brasil, organização não-governamental que analisa a conduta e a atuação de parlamentares, Weverton Rocha é investigado por peculato e corrupção, por suposto envolvimento com o desvio de verbas do Ministério do Trabalho, por meio a contratação irregular de ONGs. Ele também é investigado por suposto crime contra a Lei de Licitação à época em que comandava a Secretaria de Esporte do Maranhão. Segundo a denúncia, ele teria favorecido uma empresa para a reforma de um ginásio, dispensando a licitação de forma indevida.

Weverton ainda é réu em ações civis de improbidade administrativa, movidas pelo Ministério Público Federal e pelo MP do Maranhão. Ele responde a três ações civis públicas, uma delas por supostamente ter se beneficiado do uso de um jatinho custeado por entidade social conveniada com o Ministério do Trabalho, à época em que atuava como secretário da pasta.

ALTERAÇÕES POLÊMICAS

A emenda, apresentada pelo parlamentar e referendada pela maioria do plenário da Câmara, em votação no meio da madrugada desta quarta-feira, prevê que juízes, promotores e procuradores sejam responsabilizados por "atuação político partidária", por exemplo. No caso dos magistrados, o texto fala na possibilidade de processar o magistrado se ele opinar sobre processo em julgamento. No caso do MP, a proposta estipula que haverá crime de responsabilidade em procedimento “sem indícios mínimos da prática de algum delito” e a manifestação de opinião, por qualquer meio de comunicação, sobre processo pendente de atuação do Ministério Público ou juízo depreciativo sobre manifestações funcionais.

A emenda de Weverton também muda a Lei de Improbidade para prever como crime a proposição de ação contra agente público ou terceiro beneficiário com ato classificado como “temerário”. A pena é aumentada de detenção de seis a dez meses para reclusão de seis meses a dois anos. A emenda prevê ainda que, nas ações civis públicas “propostas temerariamente por comprovada má-fé, com finalidade de promoção pessoal ou por perseguição política”, a associação autora da ação ou o membro do Ministério Público será condenado ao pagamento de custas, emolumentos, despesas processuais, honorários periciais e advocatícios.

Na visão dos investigadores envolvidos na operação Lava-Jato, e até mesmo do juiz Sérgio Moro, que relata os processos da operação, na Justiça Federal do Paraná, todas as medidas só têm um propósito: inibir a atuação da Justiça no combate à corrupção. Antes mesmo da votação, assim que a emenda foi tornada pública, os procuradores emitiram nota.

Segundo os procuradores, a figura do crime de responsabilidade abre a possibilidade para que investigados processem criminalmente os investigadores, gerando “intimidação” e “retaliação”. A força-tarefa afirmou que deputados e senadores não estão sujeitos a crime de responsabilidade e que a proposta, destinada a integrantes da Justiça e do MP, atenta “contra a independência do exercício da atividade ministerial e judicial”. Segundo os procuradores, dizer que juízes e procuradores formam uma “casta privilegiada” ou “intocável” tem o objetivo apenas de manipular a opinião pública, pois eles se sujeitam à responsabilidade civil, criminal, de improbidade administrativa e disciplinar.

Em nota, o gabinete do deputado Weverton Rocha afirmou que emenda não é uma retaliação à Lava-Jato porque nem ele ou nenhum outro membro de seu partido (PDT) é investigado na operação.

Em relação às investigações contra ele, o gabinete do parlamentar disse que “o que existem são três inquéritos para apuração de dados, que não se transformaram em denúncia, razão pela qual não é possível dizer que o deputado é réu”. Weverton acrescentou ainda na nota que “demonstrará, como sempre fez, que não houve atos ilícitos, nem quando era secretário estadual, nem quando era assessor do Ministério do Trabalho”.
Fátima Bernardes não está no comando de seu "Encontro" (Globo) desta quarta (30). A ausência da apresentadora foi justificada "uma perda familiar".

William Bonemer, pai do jornalista William Bonner, ex-marido de Fátima, morreu nesta terça (29). A causa da morte não foi divulgada.

Lair Rennó, Felipe Andreoli e Cissa Guimarães estão à frente do programa.

Na noite desta terça (29), Bonner também e foi substituído na bancada do "Jornal Nacional" por Heraldo Pereira. Ao lado dele, esteve Giulianna Morrone, que cobre as férias de Renata Vasconcellos.

Convidado para debater nesta quinta-feira a lei de abuso de autoridade contra membros do Poder Judiciário, da polícia e do Ministério Público, o juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava-Jato em Curitiba, apresentará aos senadores uma espécie de emenda ao projeto para garantir que magistrados ou investigadores não sejam punidos caso suas decisões sejam revistas por uma interpretação diferente da lei ou uma nova valoração das provas de um caso. O projeto de abuso de autoridade que tramita no Senado é apoiado pelo presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), alvo de 12 inquéritos no Supremo Tribunal Federal, sendo oito relacionados ao petrolão.

Na madrugada desta quarta-feira, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou proposta que pune juízes e magistrados por abusos, mas o texto, vago, estabelece que essas autoridades podem sofrer sanções no caso de “expressar, por qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento” ou promover a “instauração de procedimento sem que existam indícios mínimos de prática de algum delito”. Pelo texto aprovado na Câmara, será responsabilizado “quem ajuíza ação civil pública e de improbidade temerárias, com má-fé, manifesta intenção de promoção pessoa ou visando perseguição política”. Como é controversa a aferição se um magistrado ou procurador, por exemplo, agiu com má-fé ou temeridade, Moro vai sugerir ao Senado que seja incorporado à lei trecho que estabelece que “não configura crime previsto nesta lei a divergência na interpretação da lei penal ou processual penal ou na avaliação de fatos e provas”.

Moro argumenta que “direito não é matemática e pessoas razoáveis podem divergir razoavelmente na interpretação da lei e na avaliação de fatos e provas”. Segundo o juiz federal, “sem salvaguardas, a lei terá o efeito prático de restringir a atuação vinculada à lei e submeter Juizes, Desembargadores, Ministros, Promotores e Policiais a acusações ou a ameaças temerárias por parte de criminosos, quer membros de organizações criminosas, traficantes, terroristas e mesmo envolvidos em esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro”.

O principal risco do projeto de lei de autoria do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de acordo com o Sergio Moro, é a potencialização do “crime de hermenêutica”, ou seja, “a criminalização da interpretação ou aplicação independente da lei”.

“Caso acolhida esta singela sugestão, restará afastada parte dos principais receios de que a nova lei de abuso de autoridade tenha o efeito prático de tolher a independência da magistratura e a atuação vinculada à lei por parte do Ministério Público e da autoridade policial, o que prejudicaria não só a assim denominada Operação Lava-Jato, mas também todas as outras investigações e persecuções criminais e a própria aplicação imparcial e independente da lei penal”, diz o juiz federal no ofício.

A estratégia de Sergio Moro acaba por colocar os senadores nas cordas, uma vez que o Congresso já está sendo acusado de tentar tolher a independência dos promotores, procuradores e juízes. O Ministério Público, por exemplo, se insurgiu contra a votação ocorrida na madrugada desta quarta na Câmara. Com a emenda-Moro, o Senado ou acolhe a sugestão e deixa clara a ressalva de que interpretações divergentes de diferentes instâncias judiciais não podem ser enquadradas como abuso de autoridade ou corrobora a decisão dos deputados e endossa o que o MP classifica como mordaça às investigações.

No ofício a ser encaminhado aos senadores, o juiz da Lava-Jato também destaca que “este não é o melhor momento para deliberação sobre o referido projeto, uma vez que eventual aprovação poderia ser interpretada como tratando-se de medida destinada a prevenir o avanço de investigações criminais importantes, entre elas a assim denominada Operação Lava-Jato”. Ainda assim, afirmou que “é imprescindível evitar que seja criminalizada, na prática, a interpretação da lei e a avaliação dos fatos e provas pela autoridade judicial, pela autoridade do Ministério Público e pela autoridade policial”.



O jornalista William Bonner perdeu o pai na manhã desta terça-feira e será substituído por Heraldo Pereira na bancada do Jornal Nacional, nesta noite, na Globo. Além de Heraldo e de Giulianna Morrone, que substitui Renata Vasconcellos, de férias, o telejornal contará com a participação do narrador esportivo Galvão Bueno, convocado devido à tragédia com o avião da Chapecoense, que caiu na Colômbia.

A Globo confirma a licença de Bonner e o falecimento do pai do jornalista. Não há informações, no entanto, sobre a causa da morte. William Bonner carrega o nome do pai — Bonner na verdade é sobrenome artístico, o real é “Bonemer” –, o pediatra William Bonemer, acrescido de Júnior.
As causas da queda do avião que levava a equipe da Chapecoense a Medellín, na Colômbia, na madrugada ainda não foram determinadas, mas as primeiras hipóteses começam a ser investigadas. Depois da suspeita de pane elétrica da aeronave da empresa Lamia, que teria provocado o acidente que deixou 71 mortos e 6 feridos, as autoridades consideram a possibilidade de pane seca, ou seja, falta de combustível.

Em entrevista à TV colombiana Caracol, o presidente da Associação Colombiana de Aviadores Civis, Jaime Hernandéz Sierra, afirmou que o piloto do avião com a equipe brasileira pediu prioridade para aterrissar, sem explicar qual seria o motivo da urgência. “Mas havia um avião da VivaColombia com pouco combustível em emergência, portanto tinha prioridade sobre a emergência do avião que caiu. Então, infelizmente, se não se sabe qual é a emergência, não se sabe qual prioridade precisa”, disse Sierra. “Portanto, acreditamos que tenha sido falta de combustível”, completou.

O diretor da Lamia, Gustavo Vargas, não descartou nenhuma hipótese para explicar o acidente. “Não podemos descartar nada, a investigação está em curso e vamos esperar pelos resultados”, declarou. Em entrevista ao site de VEJA, Vargas informou que o clube Chapecoense pagou 130 mil dólares pelos voos de Bolívia a Medellín e de Medellín a Bolívia.



Questionado sobre as condições da aeronave RJ85, cuja matrícula é LMI2933, o diretor da empresa venezuelana garantiu que o avião de dezessete anos estava “operável”. “Não era novo, mas era operável. Temos feito muitos voos charter, transportamos times de futebol e seleções”, afirmou. “Até agora tivemos bons resultados com este avião, que é inglês, modelo 1999.”
A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (29), por 450 votos a 1 (e 3 abstenções) o texto-base do pacote que reúne um conjunto de medidas de combate à corrupção (saiba quais são as propostas mais abaixo).

Entre as medidas aprovadas está a que prevê a criminalização do caixa dois, doações de campanha recebidas por candidatos ou políticos e não declaradas à Justiça Eleitoral, com pena de prisão de 2 a 5 anos, mais multa.

Para concluir a votação do pacote, contudo, os parlamentares ainda precisam analisar emendas, sugestões de alteração ao conteúdo original.

Entre essas emendas, não há, contudo, alguma proposta de anistia ao caixa 2 praticado em eleições passadas, conforme chegou a ser articulado pelos partidos, nos bastidores, na semana passada.

A repercussão negativa em torno do assunto chegou a fazer com que o presidente da República, Michel Temer, em uma entrevista conjunta no domingo (27) com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RS), e o do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciasse publicamente que qualquer tentativa nesse sentido seria barrada.

O texto-base aprovado pelo plenário da Câmara não faz menção a quem fez caixa dois em eleições passadas. Com isso, quem tiver recebido doações ilegais em outras eleições só pode responder por outros crimes, como lavagem de dinheiro.

Pacote
O pacote teve origem em um projeto apresentado pelo Ministério Público Federal com o apoio de mais de 2 milhões de assinaturas de cidadãos.

As medidas foram analisadas por uma comissão especial criada em julho. Depois de várias audiências públicas, o parecer do relator Onyx Lorenzoni (DEM-RS) foi aprovado na semana passada depois de fazer alterações de última hora.

As 12 propostas
Veja abaixo os principais pontos do texto-base aprovado no plenário (sujeito a alterações):

Medida 1 - Prevenção à corrupção, transparência
Os tribunais terão que divulgar informações sobre o tempo de tramitação de processos com o propósito de agilizar os procedimentos.

Medida 2 - Crime de enriquecimento ilícito de funcionários públicos
Torna crime o enriquecimento ilícito de servidores, além de prever o confisco dos bens relacionados ao crime.

Medida 3 – Aumento das penas e inserção de tipos na Lei de Crimes Hediondos
Eleva a pena para diversos crimes, incluindo estelionato, corrupção passiva e corrupção ativa. Esses delitos serão considerados hediondos quando a vantagem ou prejuízo para a administração pública for igual ou superior a dez mil salários mínimos vigentes à época do fato.

Medida 4 – Aperfeiçoamento do Sistema Recursal Penal
Regulamenta o pedido de vista, que é o prazo adicional pedido por um juiz para analisar um processo antes de proferir o seu voto.

Medida 5 – Agiliza a tramitação da ação de improbidade administrativa
Acelera os procedimentos da ação de improbidade. Nos casos em que a prática do ato de improbidade administrativa também configurar infração penal, a legitimação será feita exclusivamente pelo Ministério Público. O acordo será celebrado apenas com quem quiser colaborar primeiro.

Medida 6 - Ajustes na prescrição penal
Prevê mudanças na lei para dificultar a ocorrência da prescrição de penas, que é quando o processo não pode seguir adiante porque a Justiça não conseguiu conclui-lo em tempo hábil.

Medida 7 - Nulidades Processuais
Altera regras para declarar situações que acarretam na anulação de processos.

Medida 8 - Responsabilização dos partidos políticos e tipificação do caixa dois eleitoral
Os candidatos que receberem ou usarem doações que não tiverem sido declaradas à Justiça eleitoral irão responder pelo crime de caixa dois, com pena de dois a cinco anos de prisão. O texto prevê multas para os partidos políticos.

Medida 9 - Ação de extinção de domínio e perda ampliada
Com o objetivo de recuperar o lucro do crime, o texto prevê o chamado “confisco alargado”, em casos como o de crime organizado e corrupção para que o criminoso não tenha mais acesso ao produto do crime para que não continue a delinquir e também para que não usufrua do produto do crime.

Medida 10 – Reportante do bem (whistleblower)
Dá amparo legal para quem fizer denúncias em defesa do patrimônio público e a probidade administrativa, além de questões relacionadas a direitos humanos, sistema financeiro e prestação de serviços públicos, entre outros tipos.

Medida 11 - Acordo penal
Permite a realização de acordos entre defesa e acusação no caso de crimes menos graves, com uma definição de pena a ser homologada pela Justiça. O objetivo é tentar simplificar os processos.

Medida 12 – Ações populares
Reforça as regras para a apresentação de ações populares, que já está prevista na legislação brasileira. O texto especifica que, se a ação for julgada procedente, o autor da ação terá direito a retribuição de 10% a 20% a ser paga pelo réu.
Adversário da Chapecoense na final da Copa Sul-Americana, o Atlético Nacional soltou uma nota na tarde desta terça-feira na qual solicita à Conmebol o título da competição seja entregue à equipe catarinense. Com três parágrafos, o clube colombiano mostrou solidariedade com parentes, amigos e torcedores das vítimas do voo que deixou mais de 70 mortos na última madrugada e pediu que a taça vá para Chapecó.

Nota em que Atlético Nacional pede à Conmebol que o título vá para a Chapecoense (Reprodução / Atlético Nacional )
- Depois de estar muito preocupado pela parte humana, pensamos no aspecto competitivo e queremos publicar esse comunicado no qual o Atlético Nacional pede para a Conmebol que o título da Copa Sul-Americana seja entregue à Associação Chapecoense de Futebol como louro honorário pela sua grande perda e em homenagem póstuma às vítimas do fatal acidente que deixa o nosso esporte de luto. Da nossa parte, e para sempre, a Chapecoense é a campeã da Copa Sul-Americana - encerrava o comunicado divulgado pelo clube colombiano.

Atlético Nacional e Chapecoense começariam a decidir a Copa Sul-Americana nesta quarta-feira, em Medellín, mas em função da tragédia os dois jogos foram suspensos por tempo indeterminado. A Conmebol cancelou a partida nas primeiras horas do dia e afirmou que não vai se manifestar até uma reunião no fim de dezembro. 

Da parte do clube colombiano, essa não foi a primeira manifestação de apoio ao rival. Antes, convocou a sua torcida para uma homenagem e pediu para que as pessoas compareçam ao Estádio Atanásio Girardot nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), horário marcado para a partida de ida, com roupas brancas e velas nas mãos.

O Atlético Nacional já havia lamentado o ocorrido nas redes sociais e, inclusive, trocado o escudo do seu perfil oficial pelo da Chapecoense - todas as equipes da Série A do Brasileiro fizeram isso. Lateral do time colombiano, Gilberto García sugeriu que a Chape fosse declarada campeã da Sul-americana 2016.
Já clubes brasileiros, como Coritiba, Corinthians, Palmeiras, Portuguesa, Santos e São Paulo, se uniram e publicaram nota oficial em conjunto para, além de manifestar pesar pela tragédia com a delegação da Chapecoense, também oferecer ajuda com empréstimo gratuito de atletas e solicitar à CBF que a equipe catarinense fique imune ao rebaixamento pelas próximas três temporadas. 

Confira o comunicado Oficial do Atlético na íntegra

"A dor embarga rotundamente nossos corações e invade de luto nosso pensamento. Foram horas lamentáveis em estamos consternados com uma notícia que nunca queríamos ter ouvido. O acidente de nossos irmãos do futebol da Chapecoense nos marcará pela vida e desde já deixará uma marca inapagável no futebol latino-americano e mundial. Tudo isso foi completamente inesperado, por isso a dor. Tratavam-se todos eles, jogadores, corpo técnico, jornalistas e tripulação, de pessoas com muitos sonhos, por isso o choro.

 A lamentação mundial foi também estendida a toda a família Verdolaga, a quem, desde seus patrocinadores, diretores, corpo técnico, jogadores, administração e torcida, manifestou tristeza e desespero pelo absurdo. A solidariedade não se fez esperar e de nossa parte acompanhamos de forma rotunda o sofrimento de todos os irmãos que nos abandonaram quem junto a seus familiares e nós, compartilhamos um grande sonho de ser campeões continentais da Sul-Americana.

 Depois de estar muito preocupado pela parte humana, pensamos no aspecto competitivo e queremos publicar esse comunicado no qual o Atlético Nacional pede para a Conmebol que o título da Copa Sul-Americana seja entregue à Associação Chapecoense de Futebol como louro honorário pela sua grande perda e em homenagem póstuma às vítimas do fatal acidente que deixa o nosso esporte de luto. De nossa parte, e para sempre, Chapecoense campeã da Copa Sul-Americana 2016".
O avião que transportava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, sofreu um acidente na madrugada desta terça-feira (29), informam autoridades colombianas. Segundo autoridades colombianas, há 76 mortos e cinco sobreviventes. O avião da LaMia, matrícula CP2933, decolou de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, com 81 pessoas a bordo: 72 passageiros e 9 tripulantes.
Segundo o Aeroporto Internacional José Maria Cordova, de Medellín, os cinco sobreviventes são os jogadores Alan Ruschel, Danilo e Follmann, o jornalista Rafael Henzel e a comissária Ximena Suarez.
O ex-jogador Mario Sergio, comentarista do canal FoxSports, está entre as vítimas, segundo o Bom Dia Brasil.
Os jogadores da equipe de Santa Catarina são os goleiros Danilo e Follmann; os laterais Gimenez, Dener, Alan Ruschel e Caramelo; os zagueiros: Marcelo, Filipe Machado, Thiego e Neto; os volantes: Josimar, Gil, Sérgio Manoel e Matheus Biteco; os meias Cleber Santana e Arthur Maia; e os atacantes: Kempes, Ananias, Lucas Gomes, Tiaguinho, Bruno Rangel e Canela.


O acidente
Segundo a imprensa local, a aeronave com o time catarinense perdeu contato com a torre de controle às 22h15 (local, 1h15 de Brasília) e caiu ao se aproximar do Aeroporto José Maria Córdova, em Rionegro, perto de Medellín.
O Comitê de Operação de Emergência (COE) e a gerência do aeroporto informaram que a aeronave se declarou em emergência por falha técnica às 22h (local) entre as cidades de Ceja e La Unión. Anteriormente, a imprensa colombiana informou possível falta de combustível como causa do acidente. Mas a mídia local informou que o piloto despejou combustível após perceber que o avião iria cair.
Segundo a rede de TV Caracol, da Colômbia, a aeronave sumiu do radar entre La Ceja e Abejorral.


Uma operação de emergência foi ativada para atender ao acidente. A Força Aérea Colombiana dispôs helicópteros para ajudar em trabalhos de resgate, mas missões de voos foram abortadas nesta madrugada por causa das condições climáticas. Choveu muito na região na noite de segunda, o que reduziu muito a visibilidade.
Equipes chegaram ao local do acidente por terra, mas o acesso à região montanhosa é difícil e a remoção é lenta.

Final de campeonato
O time da Chapecoense embarcou para a Colômbia na noite de segunda (28), para disputar a primeira partida da final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional, na quarta (30). Inicialmente, a delegação embarcou em um voo comercial de São Paulo até a Bolívia. Lá, o grupo pegou um voo da LaMia.

Em comunicado, o clube de Santa Catarina informou que espera pronunciamento oficial da autoridade aérea colombiana sobre o acidente.

Em seu perfil no Twitter, o Atlético Nacional lamentou o acidente e prestou solidariedade à Chapecoense: "Nacional lamenta profundamente e se solidariza com @chapecoensereal pelo acidente ocorrido e espera informação das autoridades".

O primeiro jogo da decisão, marcado para esta quarta-feira (30), foi cancelado, segundo a  Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol).

O Itamaraty, pelo telefone, informou que a embaixada do Brasil em Bogotá está em contato com as autoridades colombianas para obter informações sobre o acidente. A assessoria informou que as notícias ainda chegam desencontradas.

O Ministério das Relações Exteriores vai esperar um posicionamento oficial sobre vítimas e circunstâncias do acidente para se pronunciar. Está previsto que divulguem uma nota oficial ainda agora de manhã. O embaixador em Bogotá se chama Julio Bitelli.
A companhia
A LaMia (Línea Aérea Mérida Internacional de Aviación) é uma companhia de aviação que foi inicialmente constituída na Venezuela no ano de 2009 e depois mudou sua sede para a Bolívia (Santa Cruz de la Sierra). A empresa vem sendo desenvolvida para voos não regulares (charter), com o objetivo de permitir o desenvolvimento de atividades no país e no exterior, com aeronaves de grande porte - de passageiros e de carga.
O Prefeito Clodomir e a Primeira Dama Ivone dos Santos mais o secretario ignorar a convocação dos vereadores para presta esclarecimento dos atos praticados em sua administração, por suposta irregularidade na gestão e a câmara pede esclarecimento do prefeito Clodomir de Oliveira por irregularidade feita na sua atual administração.

eles estão a vários dias que foi enviado o oficio de comparecimento mais até o momento não deram sinal de vida das pessoas solicitada a comparecer a  câmara municipal de Raposa.
A Prefeitura de Paço do Lumiar convoca os candidatos aprovados no Concurso Público para preenchimento de cargos efetivos na administração municipal. O Edital nº 001/2016 informa a relação dos convocados e as regras para posse. Esta já é a 5ª convocação do concurso, realizado em outubro de 2014.

Mais os vereadores estão desrespeitando a decisão judicial dos concursados estão se fazendo de bobos” Bobo é um adjetivo masculino utilizado para qualificar um indivíduo que só diz ou faz coisas sem interesse; desinteressante; uma pessoa ingênua; aquele que comete bobagens ou estupidezes.
Promovido pelo Grupo de Mulheres Negras Mãe Andressa e à convite do deputado Bira do Pindaré, o deputado Cabo Campos participou, nesta quarta-feira (24), na Assembleia Legislativa, da Audiência pública sobre a situação dos Direitos Humanos das Mulheres Negras Maranhenses, que contou com a presença da Defensoria Pública (Núcleo de Atendimento à Mulher), representada pela drª Lidevânia.

Contribuíram para o engrandecimento do evento: Creusamar de Pinho, da SEDIHPOP; Silvia Leite, do Fórum de Mulheres Negras; Lúcia Gato, do Conselho Estadual da Mulher; Áurea Borges, da SEMED; e muitas outras lideranças.

Lúcia Gato, do Conselho Estadual da Mulher, ressaltou a existência de um conjunto de propostas deliberadas no Segundo Encontro de Mulheres Negras e Comunidades Tradicionais de 2014 que fala sobre a criação e estruturação de núcleos regionais de atendimento à mulher vítima de violência com atenção ao recorte étnico e racial.

“O poder público precisa se sensibilizar cada vez mais dessa necessidade para que tenhamos dados que correspondam ao que entendemos como cidadania. Esses dados devem fazer parte de nossos exercícios diários para que possamos montar nossos projetos e lutar por igualdade no que diz respeito às incríveis diferenças entre mulheres negras e não negras”, ressaltou.

Já o deputado Cabo Campos parabenizou o resultado do evento no que diz respeito à sensibilização do enfrentamento das deficiências sociais que ainda não contemplam o respeito à imagem da mulher negra. “A implementação da Casa da Mulher Brasileira, a criação uma delegacia especializada à crimes raciais assim como um Defensoria e Promotoria das Relações Étnico Raciais são ao meu ver proposições fundamentais e de suma importância para essa causa”, concluiu o parlamentar.
Parte da redução dos preços dos combustíveis nas refinarias começou finalmente a ser repassada para as bombas dos postos, aponta levantamento de preços da Agência Nacional do Petróleo (ANP).
O preço médio do diesel fechou a semana em R$ 2,984, abaixo dos R$ 3,002 que custava antes da primeira redução de preços da Petrobras, no dia 14 de outubro. Já o preço médio da gasolina ficou em R$ 3,665 nesta semana, ainda acima dos R$ 3,654 que custava antes da redução de preços na refinaria. 

A Petrobras reduziu duas vezes o preço da gasolina e do diesel nas refinarias, nos dias 14 de outubro e 8 de novembro.

Efeito nas bombas

No caso do diesel, já são 3 semanas seguidas de queda. O valor médio cobrado pelo litro no país caiu de R$ 3,009 na semana finalizada no dia 5 de novembro (antes do anúncio da segunda redução de preços da Petrobras) para R$ 2,984 nesta semana.

Já o preço médio da gasolina acumula 2 semanas de queda. O valor médio cobrado nas bombas do país ficou em R$ 3,665 esta semana, ante uma média de R$ 3,681 registrada há 2 semanas. (Veja no fim do texto a evolução dos preços nas últimas semanas)
O preço do etanol, por sua vez, está em escalada desde setembro. Nesta semana, o valor médio do litro voltou a subir, ficando em R$ 2,816. Na última semana de setembro, estava em R$ 2,554.

A ANP monitora semanalmente os preços da gasolina, etanol e diesel em todo o país. Na pesquisa para o período entre 20 e 26 de novembro, os pesquisadores coletaram dados sobre gasolina em 5.682 postos do país. Os dados sobre etanol e diesel foram coletados em 5.165 e 3.549 postos, respectivamente.

Reduções de preços na refinaria

No dia 14 de outubro, a Petrobras anunciou uma redução de 2,7% no preço do diesel e de 3,2% no preço da gasolina nas refinarias, mas a queda não foi notada pelos consumidores.

No dia 8, a Petrobras anunciou uma nova redução, de 10,4% no preço do diesel e de 3,1% no preço da gasolina. Segundo estatal, com um repasse integral nas bombas ao consumidor final, o preço do diesel poderia cair 6,6%, ou cerca de R$ 0,20 por litro. Já o efeito sobre os preços da gasolina seria de queda de 1,3% ou R$ 0,05 por litro.
A Petrobras informou que pela nova política de preços adotada pela empresa, os preços dos combustíveis nas refinarias serão revisados "pelo menos uma vez por mês".

Os donos dos postos de combustível têm reclamado da alta do preço do álcool anidro, que entra na composição da gasolina com o percentual de 27%. A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), entidade que reúne os produtores de açúcar e etanol, refuta, no entanto, a tese de que o etanol seja o culpado pela redução do preço da gasolina na refinaria não chegar ao consumidor. Veja vídeo abaixo

Gasolina
02/10/2016 a 08/10/2016: R$ 3,653
09/10/2016 a 15/10/2016: R$ 3,654
16/10/2016 a 22/10/2016: R$ 3,671
23/10/2016 a 29/10/2016: R$ 3,669
30/10/2016 a 05/11/2016: R$ 3,676
06/11/2016 a 12/11/2016: R$ 3,681
13/11/2016 a 19/11/2016: R$ 3,675
20/11/2016 a 26/11/2016: R$ 3,665

Diesel
02/10/2016 a 08/10/2016: R$ 3,014
09/10/2016 a 15/10/2016: R$ 3,002
16/10/2016 a 22/10/2016: R$ 3,005
23/10/2016 a 29/10/2016: R$ 3,008
30/10/2016 a 05/11/2016: R$ 3,009
06/11/2016 a 12/11/2016: R$ 3,005
13/11/2016 a 19/11/2016: R$ 2,995
20/11/2016 a 26/11/2016: R$ 2,984

Etanol
02/10/2016 a 08/10/2016: R$ 2,590
09/10/2016 a 15/10/2016: R$ 2,633
16/10/2016 a 22/10/2016: R$ 2,684
23/10/2016 a 29/10/2016: R$ 2,760
30/10/2016 a 05/11/2016: R$ 2,800
06/11/2016 a 12/11/2016: R$ 2,814
13/11/2016 a 19/11/2016: R$ 2,815
20/11/2016 a 26/11/2016: R$ 2,816
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta sexta-feira, em entrevista à Rádio CBN, que não vê motivo para aceitar pedido de impeachment do presidente Michel Temer (PMDB), após partidos de oposição ao peemedebista afirmarem que irão protocolar a ação com base nas acusações feitas pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero.

Calero diz ter sofrido pressão do ministro Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo, que pediu demissão nesta sexta, e do próprio Temer para a liberação de um empreendimento imobiliário em Salvador embargado pelo patrimônio histórico. “Não posso falar sobre algo que não conheço, mas, pelo que analisei até o momento, não há nenhum motivo para aceitar nenhum pedido de impedimento contra o presidente Michel Temer.”

Maia diz que “conhece bem” o presidente Michel Temer e tem com ele uma relação muito antiga que remonta ao tempo em que ele foi deputado federal. “Eu tenho certeza de que se houver a gravação você pode ter certeza que não haverá nenhum tipo de pressão, até porque esse não é o perfil de diálogo do presidente Temer a ninguém, nem aos ministros nem aos seus aliados.”

Sobre a demissão de Geddel da Secretaria de Governo, Maia disse que fica triste porque Geddel foi “vital” para o governo. “Infelizmente foi a decisão tomada e a correta, mas é uma perda muito grande.” Maia acredita que a saída do ministro encerra a crise política no núcleo do governo e que o caso não vai impactar as votações do governo na Casa.
O turismo está em fase de desenvolvimento em Raposa, e a principal atração turística é a rota de um dos melhores roteiro turístico da Ilha de São Luís – MA, que inclui passeio náutico, Dunas, pescarias, praias belíssimas e os pratos típicos de frutos do mar, os Melhore restaurantes estão localizados em Raposa, uma das cidades da região metropolitana de São Luís.


Para viabilizar o projeto, foi criada a Associação do Trade Turismo do Município de Raposa – MA, (ASTTUR). E tem como seu primeiro presidente Edilson de Jesus da Rocha, mais conhecido como Murilo.

Os integrantes da associação são em torno de cinquenta associados ligados aos meios de Artesanatos e de Rendas, temos Hospedagem, Restaurantes, Passeios Náuticos e todos os segmentos voltados para o Turismo, estão participando de cursos de capacitação e visando à qualificação dos profissionais e de sua melhor infraestrutura para melhor atender aos visitantes.

A ideia é destacar a região como um dos principais destinos turístico da nossa região metropolitana do Estado do Maranhão.



Segundo o site voltado à defesa do consumidor, Kabum!, Americanas.com e Submarino estavam entre as mais citadas nesta sexta-feira

O site ReclameAqui, voltado à defesa do consumidor, criou uma ferramenta para exibir em tempo real quais empresas têm gerado mais queixas durante edição de 2016 da Black Friday. Até 16h20 desta sexta-feira, Kabum! (411 reclamações), Americanas.com (166) e Submarino (91) eram as mais citadas.

A ferramenta também exibe o que o ReclameAqui considera as melhores promoções dessa data de descontos. As ferramentas estão neste link.

Em nota, o Kabum! afirmou que as queixas registradas no ReclameAqui correspondem a apenas 0,2% dos mais de 140.000 pedidos realizados nas primeiras catorze horas da Black Friday. “Entre as reclamações, aproximadamente 97% delas se referiam às ofertas esgotadas, tendo em vista a alta demanda de clientes em busca das oportunidades oferecidas”, disse a empresa. “A alta demanda e velocidade em que as ofertas são vendidas estão diretamente relacionadas ao compromisso do Kabum! em oferecer uma Black Friday de verdade.”

Vendas on-line

Neste ano, o varejo eletrônico brasileiro deve faturar 2,1 bilhões de reais na Black Friday, segundo a empresa de pesquisa de mercado digital Ebit. Se alcançado, o volume será 30% maior que o de 2015.

Embora a data da Black Friday seja sempre a última sexta-feira do mês de novembro de cada ano, muitas redes de varejo antecipam as promoções. A estratégia tem sido adotada, também, para contrabalançar os efeitos da crise econômica.
A oposição do Senado vai encabeçar um pedido de impeachment de Michel Temer, que será protocolado na próxima segunda-feira, 28, na Câmara. De acordo com o líder da oposição, Lindbergh Farias (PT-RJ), a peça já está em elaboração e, como não pode ser encabeçada por parlamentares, o PT está em contato com movimentos sociais para definir quem vai assinar o pedido.

“Tivemos uma presidente afastada sem nenhum crime de responsabilidade. Agora, pelo contrário, o crime está posto. Temer agiu contra um ministro por interesses privados. Isso é muito grave. O pedido de impeachment é a medida mais justa em meio a essa crise”, afirmou.

Outras ações também serão tomadas. A oposição vai entrar com uma representação contra o presidente junto à PGR por crime comum que, na prática, é uma medida de afastamento mais simplificada do que o impeachment.

A assessoria jurídica da oposição entende que a conduta de Temer ao pressionar o ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, pode ser enquadrada como crime de concussão, que é o ato de exigir vantagem indevida em função do cargo, e também advocacia administrativa, que é o patrocínio de interesse privado dentro da esfera pública.

Neste caso, a representação é feita diretamente ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Caso ele decida dar prosseguimento ao caso, oferece uma denúncia simultânea à Câmara dos Deputados e ao Supremo Tribunal Federal (STF). Como no processo de impeachment, a Câmara teria de autorizar por 2/3 dos votos o acolhimento da denúncia, mas o caso não segue para o Senado. O julgamento final de infração penal comum é feito pelo STF.

A oposição também fará um adendo à representação já feita anteriormente à PGR contra Geddel Vieira Lima, quando o escândalo estourou. Os parlamentares querem incluir nesse documento o pedido de investigação de outros ministros envolvidos no caso que foram citados por Calero, como o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, do secretário de assuntos jurídicos da Casa Civil, Gustavo Rocha, e da advogada-geral da União, Grace Mendonça.

Lindbergh afirmou ainda que a oposição vai pressionar pela demissão de Grace Mendonça da AGU. “Pedimos também o afastamento da advogada-geral, porque ficou claro que tudo passava por lá”, afirmou.
Em resposta a pronunciamentos do Palácio do Planalto, o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero afirmou nesta sexta-feira que não pediu uma reunião com o presidente Michel Temer com o objetivo de gravar a conversa. Disse também que, em sua carreira política e diplomática, “nunca agiu de má-fé ou de maneira ardilosa” e que, referente ao episódio envolvendo o apartamento do agora também ex-ministro Geddel Vieira Lima, apenas demonstrou que não tolera atos ilícitos.

“No episódio que agora se torna público, cumpri minha obrigação como cidadão brasileiro que não compactua com o ilícito e que age respeitando e valorizando as instituições”, escreveu em nota publicada em sua página no Facebook. Esta é a primeira declaração dada por Calero a após a demissão de Geddel.

A frase é uma reação à declaração do porta-voz do Presidente Michel Temer, Alexandre Parola, que disse ontem ter ficado “surpreso” com os “boatos” de que Calero pedira a audiência com Temer para gravar “clandestinamente” o diálogo que se seguiu entre eles.

Depois de acusar a cúpula do governo de tentar pressioná-lo a liberar uma obra de interesse pessoal de Geddel, Calero entregou à Polícia Federal gravações das conversas que teve sobre o assunto com Temer, com o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e com o próprio Geddel. Em depoimento à PF, o ex-ministro narrou detalhes de como Temer e seus dois principais ministros teriam tentado forçá-lo a liberar a construção de um prédio residencial em uma região tombada pelo patrimônio histórico em Salvador. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, subordinado a Calero, havia embargado a obra.

Além de gravar Temer e seus dois ministros de confiança, o ex-ministro da Cultura registrou as conversas que teve com dois auxiliares do presidente. O próprio Palácio do Planalto obteve a confirmação da existência dos áudios. “As gravações não são de boa qualidade, porque foram feitas com um aparelho que aparentemente estava no bolso do Calero”, disse um ministro palaciano a VEJA.

Confira na íntegra a nota publicada por Calero:

A respeito de informações disseminadas, a partir do Palácio do Planalto, de que eu teria solicitado audiência com o presidente Michel Temer no intuito de gravar conversa no Gabinete Presidencial, esclareço que isso não ocorreu. Durante minha trajetória na carreira diplomática e política, nunca agi de má fé ou de maneira ardilosa. No episódio que agora se torna público, cumpri minha obrigação como cidadão brasileiro que não compactua com o ilícito e que age respeitando e valorizando as instituições.
Texto aprovado pelo Senado só proíbe políticos e agentes públicos, abrindo uma brecha a familiares; oposição acusa líder do governo de desonestidade.

O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), conseguiu por meio de uma manobra de redação permitir a adesão de parentes de políticos na segunda etapa do programa de repatriação de ativos de brasileiros no exterior, aprovado nesta quarta-feira,  pelo plenário do Senado. A medida causou revolta de senadores da oposição, que buscam formas de reverter a medida.

Na noite de ontem, os senadores derrubaram os dois artigos que permitiam explicitamente a participação dos familiares de políticos, defendida por Jucá. O dispositivo ficou conhecido entre a oposição como “emenda Cláudia Cruz”, em referência à esposa do deputado cassado Eduardo Cunha. O relator retirou os dois artigos, mas no texto final não há nenhum dispositivo que vede a participação dos parentes dos políticos porque esse trecho foi suprimido pelo relator da parte principal do artigo, que foi aprovado.

Como não há nem permissão nem vedação, os parentes vão poder participar da segunda versão do programa de repatriação. Jucá afirmou que só atendeu a um pedido da oposição e que não tem culpa se pediram errado. A oposição já avisou que vai apresentar um recurso para que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) inclua no texto a vedação aos parentes dos políticos.

Na lei que permitiu a primeira repatriação havia a vedação explícita. “Os efeitos não serão aplicados aos detentores de cargos, empregos e funções públicas de direção ou eletivas, nem ao respectivo cônjuge e aos parentes consanguíneos ou afins, até o segundo grau ou por adoção”, dizia o texto.

Já a redação da nova repatriação diz que “a lei não se aplica ao presidente da República, ao vice-presidente, aos senadores, aos deputados Federais, aos governadores, aos vice-governadores, aos deputados estaduais e distritais, aos prefeitos, aos vice-prefeitos e aos vereadores, assim como aos demais agentes públicos, na União, em Estado, no Distrito Federal ou em município, da administração pública direta ou indireta”.

Revolta

O senador Magno Malta (PR-ES) reclamou, em plenário, da manobra.“Ontem tomamos 1×0 do senador Romero Jucá, foi uma bola nas costas. O senador fez um acordo conosco em plenário de que tiraria a emenda que inclui parentes e, hoje de manhã, a gente descobre que nós tomamos uma pernada dele, uma voadora de frente”, disse o senador.  “Não sei se existe qualquer tipo de recurso, mas deixo aqui o meu registro de indignação. Falei pessoalmente com Jucá que o que ele fez não foi honesto”, afirmou.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), pediu para que essa história fique no passado. “Isso ficou na sessão de ontem. Temos que olhar para frente, temos uma agenda enorme de votações a cumprir”, minimizou. Segundo interlocutores, Renan estava ciente da manobra. O peemedebista jogou a responsabilidade para a oposição e disse que o destaque deles foi posto de forma “equivocada”.

Nova proposta

A proposta aprovada nesta quarta é uma retomada do primeiro projeto de repatriação, que terminou em 31 de outubro, mas com algumas modificações. Nessa nova versão do programa, o prazo será reaberto por 120 dias após o decorrer de um mês da publicação da lei. A proposta determina alíquotas de 17,5% de Imposto de Renda mais 17,5% de multa sobre o valor repatriado. Na primeira fase, as alíquotas foram de 15%.

A data de referência também mudou em relação ao primeiro programa. Agora, será possível repatriar recursos comprovados até 30 de julho de 2016. Da mesma forma, vale a cotação do dólar para essa data, que segundo Jucá era de 3,20 reais. Anteriormente, a referência era 21 de dezembro de 2014.

Pelo texto aprovado, os Estados e municípios receberão 46% das receitas advindas da multa além de 46% sobre os recursos do imposto de renda. A expectativa de arrecadação desta segunda fase, segundo Jucá, é de 30 bilhões de reais.

O projeto segue agora para a Câmara. Na primeira fase do programa, encerrada em 31 de outubro, os Estados ficaram com 21,5% do Imposto de Renda arrecadado, o que deu pouco mais de bilhões de reais. Os municípios ficaram com os outros 24,5% ou 4,2 bilhões de reais.

Reversão

A oposição no Senado passou a manhã buscando uma forma de reverter a manobra do líder do governo. A avaliação da assessoria técnica do Senado é que não haveria maneira regimental de modificar o que foi feito. Nesta tarde, o senador José Pimentel (PT-CE) informou em plenário que a oposição irá buscar a derrubada do dispositivo na votação da Câmara.

“Ontem foi uma sessão atípica. Todos nós estávamos muito tensionados nessa matéria. É verdade que o nosso destaque pedia a retirada daqueles itens. No entanto, o texto do artigo 11 revogou o artigo anterior nessa redação nova do substitutivo. Vamos enfrentar essa questão na Câmara Federal.”

Técnicos do Senado avaliam que as chances de o recurso da oposição à CCJ prosperar são remotas. O mais provável, disseram eles, é que o texto seja modificado em sua tramitação na Câmara.
Motivo religioso estaria por trás da retirada da sereia da Praça Pedro II?

Se por um Evangélico o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, falhou com a população ao retirar um bem público, no caso, uma estátua que há várias décadas servia para embelezar o conjunto arquitetônico do Centro Histórico de São Luís, faltou a fiscalização da Câmara de Vereadores, que até agora aceitaram calados a retirada da antiga sereia do chafariz da Pedro II.
Astro de Ogum aceitou a retirada da “mãe d’água” calado?

Dizem que o subprefeito da região do Centro de São Luís, Fábio Farias, sequer tomou às devidas providencias legais, o fato deu-se com a total e plena conivência do parlamento municipal, que até hoje aceitou a transferência do bem público de seu lugar de origem, para ser esquecida num terraço de um museu…


Onde estão os vereadores que nada fizerem? Onde estar o presidente da Câmara, Astro de Ogum?
Se por um lado a religião do prefeito de São Luís, evangélico, proíbe a “idolatria” Deixar de adorar o verdadeiro Deus, para adorar ídolos; feito de barro, pau, pedra, ferro, cobre, prata, ouro, enfim! os ídolos não falam, não ouvem, não veêm não sentem, não andam e não podem salvar!!!!! a imagens, que diz da atuação religiosa do presidente da Câmara de Vereadores de São Luís, Astro de Ogum, que é, também, presidente da Federação de Umbanda e Cultos Afro-brasileiros do Maranhão, que deveria ter o mínimo de zelo pela imagem da mãe d’água, conhecida por Iemanjá?

É desse tipo de vereadores que nossa cidade está servida, porque só quer o poder, mas, se ausenta das decisões que favorecem a população de São Luís?
A verdade sempre prevalece não se sabe se o Prefeito Clodomir dos Santos que está terminando seu mandato, vai voltar ao serviço de origem na assembleia legislativa do Maranhão, por várias irregularidades que vem fazendo no Município a cidade está na UTI, com várias pendencias.

 O Titular do blog recebeu por várias reclamações de ruas que estava nos projetos de asfaltamento, bombas queimadas, casas sem água, ruas intrafegáveis e um asfalto sonrisal.

O que me deixa mais curioso e a falta de respeito pelo povo o valor que o demonstrativo do município mostra os valores Exorbitante “é o adjetivo do que é excessivo e não razoável. Normalmente é uma palavra utilizada para qualificar valores monetários, relacionados a luxos ou custos muito altos. ” 
O sistema de Demonstrativos do Banco do Brasil mostra que a prefeitura vem recebendo valores altíssimos e nada e feito pelo município.

Veja o Demonstrativo e o valor que a prefeitura recebeu só esses dois meses datas do dia 30/09 a 23/11 


Após intensos debates e diversas mudanças no texto, a comissão especial que analisa o Projeto de Lei 4.850/16, que trata das medidas de combate à corrupção aprovou nesta quarta (23), de forma unânime, com 30 votos, o relatório do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Neste momento, destaques à medida estão sendo votadas pelos deputados da comissão. A intenção do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é levar o texto para ser votado no plenário ainda na noite desta quarta-feira (23).

Líderes das bancadas partidárias estiveram reunidos durante todo o dia para acordar uma emenda de anistia ao caixa 2 ao texto, o que é criticado pelos procuradores da Operação Lava Jato, que idealizaram o projeto original.

A reunião para discussão do projeto foi iniciada às 9h40 da manhã e encerrada no final da tarde. Após diversas críticas a pontos do texto, Lorenzoni pediu ao presidente da comissão, Joaquim Passarinho (PSD-PA), antes de submeter o texto à votação, um intervalo para fazer ajustes no texto. Com isso a reunião foi suspensa e retomada pouco antes das 20h.
Essa imagem foi printada do Twitter Oficial do Gov. Flávio Dino líder do comunismo Maranhense, que criou uma espécie de Frisson” Excitação intensa ou emoção. Sensação. Em seus súditos. É que virou motivo de comemoração pagar funcionário.
Embora no Maranhão pagamento em dia (ou antecipado) sempre tenha acontecido, atualmente precisa ser anunciado e bem comemorado.

Só não se sabe até quando.

O Caldeirão do Huck, programa apresentado por Luciano Huck aos sábados na Globo, enfrentou uma nova adversidade na tarde desta terça-feira. Durante as gravações do quadro Um por Todos, Todos por Um, em que o apresentador faz assistencialismo, uma mulher furou o cordão do isolamento e se aproximou de Huck com o pulso sangrando. Depois de desmaiar, foi levada ao hospital. Nesta terça, o programa entregou a nova estrutura da escola de música, do projeto Acordes Mágicos, no bairro Novo Mondubim.

“Na tarde desta terça-feira, dia 22, durante a gravação de uma entrega do quadro Um por Todos, Todos por Um, do Caldeirão do Huck, em Fortaleza, uma mulher ultrapassou a grade de isolamento e, ao ser interceptada pelos profissionais de segurança que estavam no local, pediu para se aproximar de Luciano Huck, que autorizou. Ao se dirigir ao apresentador, estava com o pulso cortado e acabou desmaiando”, diz comunicado da assessoria de imprensa da TV Globo. “Ela foi prontamente socorrida pela equipe médica que acompanhava a gravação e encaminhada para o Hospital Frotinha Parangaba Maria José Barroso, onde recebeu os primeiros cuidados, e, em seguida, levada ao Instituto Dr. José Frota.”

Já Luciano Huck preferiu não comentar o incidente. Em seu perfil no Instagram, o apresentador, que neste ano encarou também o acidente do sertanejo Mariano, que abriu um corte na cabeça ao bater em um trampolim no quadro Saltibum, se limitou a dizer que teve um “dia muito especial” em Fortaleza, nesta terça-feira.
Já dura 2 horas a sessão da comissão especial da Câmara que analisa o novo parecer das medidas de combate à corrupção. Até o momento, apenas nove dos mais de 30 inscritos para discursar falaram na reunião.

A sessão foi marcada para começar às 9 horas, mas só às 9h40 houve quórum suficiente para abrir a sessão. O objetivo é esgotar a fase de debates e votar o parecer do relator Onyx Lorenzoni (DEM-RS) ainda nesta quarta-feira, 23. O presidente do colegiado, deputado Joaquim Passarinho (PSD-PA), acredita que a votação seja concluída por volta das 16 horas.

Em seus discursos, deputados fazem elogios, críticas e sugerem alterações no parecer modificado na terça. O deputado Fernando Francischini (SD-PR) elogiou a retirada do texto do crime de responsabilidade para magistrados e membros do Ministério Público, alegando que tratar do tema agora é inapropriado e seria visto como um “recado errado” às autoridades que participam das investigações da Operação Lava Jato.

Para o deputado, a inclusão do tema nas medidas seria interpretado como “freio” aos investigadores. “Temos de ter muito cuidado”, afirmou.

Na terça, membros do Ministério Público Federal, entre eles o coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, acompanharam os trabalhos da comissão. Nesta quarta, nenhum dos procuradores compareceu ainda à sessão. Só o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, circulou no período manhã na comissão.



O IV Encontro Maranhense de Biomedicina foi considerado pelos profissionais e estudantes presentes como um marco da categoria no Estado do Maranhão. O evento aconteceu na segunda-feira (21), na Assembleia Legislativa e contou com a presença de Roberto Martins Figueiredo o Dr. Bactéria, conhecido nacionalmente,  e maior representante da classe no Brasil; do Dr. Luís Guedes, presidente do sindicato dos Biomédicos de SP e Dr. Durval Rodrigues, presidente do CRB da 2ª Região.

 O evento, organizado pela Dra. Marla Raquel Pontes da Rocha, coordenadora do curso no UNICEUMA e a assistente social Emanuelle e alunos do curso, fez parte das comemorações dos 50 anos da biomedicina no Brasil. Durante a palestra, “Dr. Bactéria”, destacou os novos rumos da profissão e das regras para a garantia da qualidade dos alimentos. 

“É preciso sempre observar o que comer, mas é importante ressaltar que uma má qualidade alimentar nem sempre tem relação com o fabricante. O cidadão também precisa saber como e de que forma está ingerindo os alimentos”, disse.

O deputado Cabo Campos teve papel circunstancial na realização do encontro que teve como temas "As perspectivas da Biomedicina no Brasil e no Maranhão e os desafios que serão enfrentados pelos futuros profissionais biomédicos". 

Campos também ouviu estudantes e profissionais da área que reclamam que o Maranhão não possui concurso público que favoreça a profissão, e das dificuldades  de  conseguir estágio no mercado. 

Na sua oportunidade de fala, o parlamentar informou que diante do exposto, apresentará proposições com fins de defender a classe: “Estou muito entusiasmado com o que vi e ouvi sobre a profissão e não medirei esforços para contribuir para a regulamentação do profissional de biomédico em nosso Estado. Para tanto farei indicações à comissão de saúde da Assembleia Legislativa e agendarei um encontro com o secretário de saúde do Estado e a comissão formada pelo sindicato e pelo conselho. Também estarei agendando uma audiência pública para que se discuta e se encaminhe decisões positivas ao nosso governador Flávio Dino” finalizou o deputado.




Como rato de olho no queijo; “ninguém pega”…

A tática de vencer usando a desconstrução da imagem, usando meios de comunicação para denegrirem a imagem de outros políticos pode explicar fixação dos comunistas pelas emissoras de TVs, Rádios, Jornais e blogues.

Na Pedro II, pasmem, o clima ainda é de que estão em plena eleição. Mal saímos duma, onde os Palácios da Pedro II foram despejados “de com força”  para reeleger o prefeito Edivaldo Holanda.

Os blogues, e todo império de comunicação construído pelos comunista, ao custo de muito suor e das “carnes do povo pobre” maranhense, tem deixado os novos mandatários do poder com o sentimento de donos de tudo.

A comunicação estatal ninguém toca, tem dono. Assim como na cadeira de governador ninguém pode sentar. Tudo tem dono. É com essa mentalidade que os comunistas exercem o poder no Maranhão pós Sarney.

As campanhas difamatórias contra ex-aliados, possíveis adversários políticos parecem ser coordenadas  pelo secretário de Comunicação e Articulação Política, Márcio Jerry. Basta observar que os que bajulam o governo, são os mesmos que atacam a honra de outros políticos.

Na visão palaciana (Stalinista?), possíveis candidatos ao governo em 2018, são inimigos, precisam ser aniquilados.

Fonte:Ricardo Santos
O relator Onyx Lorenzoni (DEM-RS) enxugou de 17 para 12 as propostas presentes no pacote de medidas contra a corrupção. Cinco itens que haviam sido incluídos no parecer preliminar do deputado federal foram suprimidos. Lorenzoni apresentou o relatório para a comissão especial da Câmara que analisa o projeto na noite desta terça-feira. A votação do texto no colegiado, prevista para esta terça, foi adiada para quarta, a partir das 9h.

As propostas, originalmente do MPF (Ministério Público Federal), foram enviadas à Câmara com o apoio de 2 milhões de assinaturas.

Lorenzoni também fez mudanças na realização do chamado teste de integridade. O teste não poderá ser a única prova para condenação, servindo apenas para efeito administrativo. O crime de responsabilidade para magistrados e membros do Ministério Público continuou fora do relatório. O relator afirmou que a intenção é tratar o projeto fora do pacote.

O deputado manteve a criminalização do caixa dois e o veto à inclusão da prova ilícita e à prisão preventiva com objetivo de recuperar recursos. Lorenzoni manteve o ponto sobre o enriquecimento ilícito, a criminalização do eleitor que vende seu voto, a proposta de acordo de leniência e o “reportante do bem” (fonte que denuncia o crime, mas não tem envolvimento com o ilícito).

Lorenzoni disse que as medidas que não couberam em seu relatório serão encaminhadas à comissão especial que analisa o novo Código de Processo Penal.

Pressão

Sob pressão de parlamentares, Lorenzoni suspendeu a reunião da comissão por volta das 15h. O deputado só retornou seis horas depois, após se reunir com lideranças partidárias na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O texto apresentado pelo deputado é a terceira versão do relatório em duas semanas.

Contato

Joceilton Gomes, Radialista DRT 002235 , Locutor,Apresentador e Animador, Programador, Designer Gráfico

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